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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

PONTO VÍRGULA e RETICÊNCIAS

Pai nosso, que criastes a poesia.
Que destes os pensamentos ao pobre homem, que em seus versos da vida ao silêncio que está preso em sua alma.
Igual a racha que resiste o toque incansável das águas.
Flechas de ódio, nunca acertarão a poesia divinal do mais miserável contador de amarguras e doçuras, minuciosamente extraídas das letras do poeta.
Ó Senhor! Dai-nos fontes eternas, inspiração do Santo Espírito para que vossos contadores de cânticos suaves, vivam eternamente.
Livros são apenas muros gigantes, onde o seus autores libertam a essência de suas mentes. 
Qual pássaro que morre longe do seu ninho, sem poder votar. 
Voando entre as nuvens com os pés no chão, talvez assim, o poeta possa encontrar o alento, que hoje só vemos no algodão doce de uma linda criança inocente.  

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS - A ESCRITA

O progresso escancarou às portas para a tecnologia.  E com isso, perdemos muito em várias áreas. A que destaco hoje é a Leitura.  Éramos fascinados pelo o hábito de ler. Falo da leitura impressa, o Jornal, os bons livros, folhetos, gibis e a literatura de cordel... 

O mundo com a chegada da Internet tornou-se digitalizado, fazendo com que às pessoas perdessem o interesse pelo o bom conteúdo da escrita. A impressa que era a principal guardiã da informação, abandonou o velho e bom papel.  Enveredou pelas telas de TV e celular. 

De fato, os bons costumes e os velhos hábitos aos poucos estão desaparecendo.  Mas, não se enganem, tínhamos escritores, autores e compositores de alto nível.  Tudo porque, a leitura impressa fazia parte do nosso cotidiano. 
OBRIGADO AMIGOS.

 

 

terça-feira, 2 de novembro de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 
PONTO, VÍRGULAS E RETICÊNCIAS
Quando eu morrer
Quando eu morrer, deixarei esse mundo tão efêmero, e de coisas tão banais. Serei jogado em uma cova fria, onde não lembrarei de nada mais. 
Os amigos terão uma tristeza irresistível, me levarão até a região do silêncio e saberão que morri definitivamente.
Naquela cova fria ficará junto comigo, os amores e os afagos, às crianças, às mulheres, às amizades. 
A saudade do meu pobre pai, a essência de suas palavras, seus conselhos, sempre estarão ali comigo. 
Quando a aurora irradiante, cortar o véu dos montes, saberás que não estou mais aqui.
Quando o vento dos bosques entoar sua canção entre os eucaliptos, saberás que morri. Aqueles que me amaram, farão um pranto profundo, mas com o passar do tempo, saberão que encontrei um outro mundo.