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terça-feira, 16 de novembro de 2021

BOLSONARO ENFRENTA DEBANDADA DE ALIADOS EM ESTADOS ONDE É REJEITADO.

O Crescimento da avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro começa a provocar uma debandada de potenciais aliados nos estados, incluindo desistências de candidaturas a governos e a construção de palanques que vão além do bolsonarismo. 

Estimativas realizadas pela Quaest Consultoria a partir de dados da pesquisa Genial/Quaest apontam que o governo Bolsonaro é avaliado negativamente por mais de 60% do eleitorado na Bahia e Pernambuco e mais de 50% em outros 18 estados.

O relatórios da Quaest usa a metodologia que estima opiniões de pequenos segmentos da população, conhecida pela sigla em inglês MrP. Foram ouvidas 2.063 pessoas, do dia 3 ao dia 6 de novembro. A margem de erro varia. Em geral, os dados são mais precisos quanto maior for o universo do eleitorado do estado. 

Bolsonaro é avaliado negativamente pela maioria dos eleitores nos nove estados do Nordeste. Também tem avaliação negativa maior que 50% em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, e até mesmo em estados do Centro-Oeste ancorados no agronegócio, como Goiás. 

A maior avaliação positiva está em Rondônia, Santa Catarina, Tocantins e Distrito Federal. Em nenhum estado brasileiro, contudo, a avaliação positiva do governo Bolsonaro é maior do que a negativa. 

Os números coincidem com um movimento de afastamento de aliados de Bolsonaro nos estados. Pré-candidatos a governos estaduais em 2022 desistiram da empreitada ou começam a buscar palanques mais amplos e diálogo com partidos de centro e até da esquerda. 

O movimento mais emblemático aconteceu na Paraíba. Principal aliado de Bolsonaro no estado desde 2018, quando abriu uma dissidência em seu partido para apoiá-lo, o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), desistiu de concorrer ao governo estadual. 

A alta rejeição a Bolsonaro no estado foi o fator determinante para a desistência de Rodrigues, que tem dito a aliados que concorrer ao governo ancorado em Bolsonaro seria um movimento arriscado. 

Ao mesmo tempo em que se afastou do bolsonarismo, Rodrigues retomou pontes com o governador João Azevêdo (Cidadania), que disputará a reeleição. A ideia é ser candidato a vice de Azevêdo e se cacifar para 2026. Caso não tenha êxito, deve ser candidato a deputado federal.

Movimento semelhante aconteceu no Piauí, onde o senador licenciado Ciro Nogueira (PP) desistiu de concorrer ao governo do estado depois de assumir a chefia da Casa Civil de Bolsonaro. 

Ciro Nogueira vinha trabalhando sua candidatura desde que foi reeleito para o Senado em 2018, movimento que ganhou tração após ele romper com o governador Wellington Dias (PT) em agosto do ano passado. Em seu lugar, deverá concorrer ao governo sua ex-mulher, a deputada federal Iracema Portela (PP)

Em outros estados do Nordeste, pré-candidatos com campo da centro-direita buscam se afastar do presidente para construir palanques mais amplos, caso de Ronaldo Caiado (DEM) em Goiás, ACM Neto (DEM) na Bahia e Miguel Coelho (DEM) em Pernambuco.
fonte: Notícias ao Minuto.

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

PONTO VÍRGULA E RETICÊNCIAS
QUANDO
Quando eu quis tapar o sol com a peneira, tornei-me mais amigo das borboletas.
Senti o perfume de Deus, vindo dos lírios dos Campos.
Mergulhei no vento, dormi com os pássaros nos galhos do Ipê.
Quando eu quis tapar o sol a peneira.
Fui mais amigo da lua e das estrelas.
Aprendi mais de Deus olhando o entardecer, onde meus pensamentos saíram a galope, desfilando imponentes no dourado crepúsculo.
Quando eu quis tapar o sol com a peneira.
A cigarra preparou-me um belo quarto, no tronco da árvore mais pacata de toda floresta.
E o menestrel Uirapuru, entoou melodias angelicais, fazendo-me tapar o sol com a peneira.

MORO RESPONDE A GLEISE E DIZ QUE PETROBRAS FOI SAQUEADA NO GOVERNO DO PT.

O ex-juiz Sergio Moro respondeu, nas redes sociais, à provocação da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que culpou o ex-ministro por problemas na Petrobras e atribuiu a ele culpa pela alta nos combustíveis.

 Ao Painel, no domingo (14/11), Gleisi afirmou que quer travar um debate econômico com Moro e disse que ele foi responsável por entregar a Petrobras a interesses norte-americanos.

"Ele fragilizou a Petrobras e mudaram com essa ação dele a política de preço de desestruturam o marco regulatório do pré-sal", disse o petista. 

Nesta segunda (15/11), Moro compartilhou a notícia nas redes sociais e afirmou que a Petrobras "foi saqueada durante o governo do PT com bilhões de dólares em prejuízo""A empresa quase quebrou. Transformar bandidos em heróis e atribuir culpa a quem combateu o crime é estratégia para se alterar a verdade e inverter valores. Não vão enganar o povo brasileiro", escreveu o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro.
fonte: Notícias ao Minuto.