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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

MORO NEGA CRUZADA PESSOAL CONTRA LULA E DEFENDE LAVA JATO.

O Ex-ministro da Justiça e pré-candidato à Presidência da República em 2022, Sérgio Moro, disse nesta quinta-feira (18/11), que não guarda rancor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que não houve uma "cruzada pessoal" conta Lula durante a Operação Lava Jato.

O ex-juiz defendeu o papel da Lava Jato no combate à corrupção, sua principal agenda de campanha. "A gente tem que restabelecer a verdade", disse Moro. "O que houve foram investigações que revelaram que a Petrobrás foi saqueada. Ou vamos dizer aqui que a Petrobrás não foi roubada como nunca antes na história desse País?" 

Em junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão que declarou Moro parcial ao julgar Lula no caso do triplex. Os efeitos da suspeição foram estendidos a dois processos que atingiam o petista na Lava Jato. 

Moro também fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Para ele, a gestão é uma "nau sem rumo" e o Brasil "não tem projeto, nem liderança. Talvez o governo tenha um projeto para reeleição apenas". O fim da reeleição no Brasil é uma das pautas defendidas pelo ex-juiz ao longo da entrevista. 

"Nós estamos em um contexto em que nossas instituições são fortes, mas vimos como elas podem ser ameaçadas por autoritarismos", disse Moro. "Nós estamos na América Latina. Nós temos ainda riscos de populistas e caudilhos." 

O ex-ministro, que apontou o nome de Affonso Celso Pastore como conselheiro econômico em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, disse que mantém uma equipe com quem se reúne semanalmente - e, em alguns casos, diariamente - mas ainda preferiu não revelá-los.
fonte: Notícias ao Minuto.

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

JURISTAS E VÍTIMAS DA COVID-19 VÃO PEDIR IMPEACHMENT DO PRESIDENTE BOLSONARO.

Um grupo de juristas e advogados e também de familiares de vítimas da epidemia da Covid-19 vai apresentar à Câmara dos Deputados um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Ele vai se basear nos crimes apontados pela CPI da Covid, que encerrou os trabalhos no mês passado.

Entre eles estão prevaricação, charlatanismo, epidemia com resultado de morte, infração a medidas sanitárias preventivas, emprego irregular de verba pública, incitação ao crime, falsificação de documentos particulares, crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade. 

Além de parentes de pessoas que morreram por causa da doença, quinze profissionais do direito assinarão o documento: Miguel Reale Júnior, que assinou o pedido que levou ao impeachment de Dilma Rousseff, Sylvia Steiner, Helena Lobo da Costa, Alexandre Wunderlich, José Rogério Cruz e Tucci, Floriano de Azevedo Marques, Miguel Jorge, Aloyso Lacerda Medeiros, Clito Fornaciari Júnior, Alberto Silva Franco, Belisário dos Santos Júnior, Antônio Funari, Walter Maierovich, Salo de Carvalho e Davi Tangerino. Os advogados se reuniram nesta quinta (18/11) com senadores que integraram a CPI para discutir a apresentação do pedido. 

Estavam na conversa, entre outros, os senadores Omar Aziz (PSD-AM), que presidiu a comissão, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi vice-presidente, e a senadora Simone Tebet (MDB-MS). 

A CPI encerrou os trabalhos em outubro. Em seu relatório, além de responsabilizar Bolsonaro por nove crimes, Renan Calheiros (MDB-AL) identificou 29 tipos penais e sugeriu o indiciamento de 66 pessoas, incluindo deputados, empresários, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga. Foram apontados ainda crimes cometidos por duas empresas: a Precisa Medicamentos e a VTCLog.

Três filhos do presidente também constam no relatório: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), todos são alvos de pedido de indiciamento por incitação ao crime.
fonte: Notícias ao Minuto.

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

PONTO VÍRGULAS E RETICÊNCIAS 
Encômio
Ó quão bela e formosa, está minha cidade agora.
Ibirajuba do presente, Gameleira de outrora.
Ao romper da aurora, os passarinhos te louvam nos galhos dos eucaliptos.
Ibirajuba, cidade que tanto eu amei, e amo.
Em tuas árvores, de tão boa sombra, descansei quando aflito.
Em teu passado, florido e risonho, viver ao teu lado, sempre fora o sonho mais bonito.
És meu berço, o meu lar.
E quando um dia vier eu a morrer, rogo poder em teu solo descansar.
Minha Ibirajuba querida, seja na vida, ou na própria morte, quero sempre ter a sorte de poder te amar.