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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

A CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A CRÔNICA DO MEU SENTIMENTO

POEMA
Recordo a minha mãe, em nossa casa meiga e singela.
Onde o sol, nas manhãs de verão adentrava o portão e falava com ela.
Minha mãe, que senhora tão bela, até depois que morrer, sempre me lembrarei dela.
Vida minha. ó como feliz eu era, nunca fora eu, sempre foi ELA.

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

GOL COMEÇA A DEMITIR FUNCIONÁRIOS NÃO VACINADOS

A Gol iniciou agora, em novembro, a demissão de funcionários que não apresentaram certificados de vacinação contra a Covid-19, conforme a companhia havia antecipado que faria, ainda em agosto.

Segundo a empresa aérea, a medida se deve a um compromisso com a saúde pública e a proteção de passageiros e da população em geral.

Por meio de nota, a companhia afirmou que mais de 99% de seus colaboradores estão com imunização completa. "Este número revela o claro engajamento do público interno da companhia em uma atitude de cuidado com a própria saúde, de seus familiares, colegas de trabalho, clientes e de toda a sociedade. 

Ainda segundo a Gol, a criação do requisito de vacinação para os funcionários faz parte do reforço aos demais protocolos de segurança adotado pela empresa desde o início da pandemia. 

"Estamos também atentos ao novo calendário do Ministério da Saúde de aplicação de doses de reforço para a população adulta já vacinada, incentivando nossos colaboradores a seguirem as recomendações dos órgãos competentes para caminharem conosco nesta retomada ainda mais protegidos e saudáveis", diz a Gol. 

A empresa não divulgou o número de funcionários demitidos e nem suas áreas de atuação. Segundo uma fonte, até 160 funcionários poderiam ser atingidos pela decisão. 

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (que representa os tripulantes) e o Saesp (Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo), que representa os trabalhadores dos serviços terrestres, a empresa ainda não havia comunicado as entidades sobre as demissões. 

"O sindicato é contra a demissão por justa causa, como a empresa pretende fazer. Mesmo sabendo que demitir faz parte do poder diretivo da empresa, achamos coerente que elas sejam efetuadas com o pagamento de todas as verbas, inclusive a multa de 40% sobre o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)", diz Claudio de Carvalho, presidente do Saesp. 

A polêmica de demitir funcionários que se recusem a tomar vacina ganhou fôlego após uma portaria do Ministério do Trabalho, divulgada no dia 1ºde novembro, que proibia que empresas demitam ou deixem de contratar funcionários que recusarem a tomar a vacina contra a Covid. 

A norma, assinada pelo ministro Onyx Lorenzoni, considerava discriminatório exigir que o empregado apresente um comprovante de vacinação para manter seu vínculo com a empresa. A portaria pegou de surpresa as empresas e advogados especializados em direito do trabalho. 

Na avaliação de especialistas em direito trabalhista, a portaria era inconstitucional. 

No último dia 12, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso anulou a eficácia de trechos do texto do governo. 

Segundo o ministro, demitir quem se recusar a fornecer o comprovante é direito do empregador, mas esse poder deve ser exercido com moderação e proporcionalidade. 

"Registre-se, por importante, que o poder de rescindir o contrato de trabalho de um empregado, embora seja uma faculdade do empregador, deve ser exercido com moderação e proporcionalidade, em respeito ao valor social do trabalho", escreveu Barroso.

NOTA DA GOL
"A segurança é o valor número 1 da GOL Linhas Aéreas. Portanto, adotar a vacina contra a Covid-19 como um um requisito indispensável ao seu público interno se constitui numa decisão natural que se alinha ao compromisso da Companhia com a saúde pública e a proteção da população em geral. Desta forma, conforme anunciado em agosto, a Companhia iniciou neste mês de novembro o desligamento de Colaboradores que não apresentarem certificado de vacinação. 

São mais de 99% do time com imunização completa. Este número revela o claro engajamento do público interno da Companhia em uma atitude de cuidado com a própria saúde, de seus familiares, colegas de trabalho, Clientes e de toda a sociedade. 

A criação desse requisito de segurança na GOL se apresenta como reforço e aprimoramento dos demais protocolos estabelecidos pela companhia desde o início da pandemia, os quais são rigorosos, confiáveis, certificados e comprovadamente eficazes. Para a GOL, a consciência e o entendimento sobre a importância da vacinação são fundamentais para o restabelecimento do bem-estar coletivo. 

Estamos também atentos ao novo calendário do Ministério da Saúde de aplicação de doses de reforço para a população adulta já vacinada, incentivando nossos Colaboradores a seguirem as recomendações dos órgãos competentes para caminharem conosco nesta retomada ainda mais protegidos e saudáveis."
fonte: Notícias ao Minuto.

MORO NEGA CRUZADA PESSOAL CONTRA LULA E DEFENDE LAVA JATO.

O Ex-ministro da Justiça e pré-candidato à Presidência da República em 2022, Sérgio Moro, disse nesta quinta-feira (18/11), que não guarda rancor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que não houve uma "cruzada pessoal" conta Lula durante a Operação Lava Jato.

O ex-juiz defendeu o papel da Lava Jato no combate à corrupção, sua principal agenda de campanha. "A gente tem que restabelecer a verdade", disse Moro. "O que houve foram investigações que revelaram que a Petrobrás foi saqueada. Ou vamos dizer aqui que a Petrobrás não foi roubada como nunca antes na história desse País?" 

Em junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão que declarou Moro parcial ao julgar Lula no caso do triplex. Os efeitos da suspeição foram estendidos a dois processos que atingiam o petista na Lava Jato. 

Moro também fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Para ele, a gestão é uma "nau sem rumo" e o Brasil "não tem projeto, nem liderança. Talvez o governo tenha um projeto para reeleição apenas". O fim da reeleição no Brasil é uma das pautas defendidas pelo ex-juiz ao longo da entrevista. 

"Nós estamos em um contexto em que nossas instituições são fortes, mas vimos como elas podem ser ameaçadas por autoritarismos", disse Moro. "Nós estamos na América Latina. Nós temos ainda riscos de populistas e caudilhos." 

O ex-ministro, que apontou o nome de Affonso Celso Pastore como conselheiro econômico em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, disse que mantém uma equipe com quem se reúne semanalmente - e, em alguns casos, diariamente - mas ainda preferiu não revelá-los.
fonte: Notícias ao Minuto.