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terça-feira, 23 de novembro de 2021

 



ESPAÇO LIVRE

É algo muito triste, você vê uma pessoa que é seu amigo, com a vida destruída pelo o maldito vício do álcool.
Um rapa jovem, na flor da idade, que frequentou a escola, teve um bom trabalho e parecia que teria um futuro promissor.
Hoje, passa o tempo todo nas calçados sozinho, ou em companhia de outros também viciados. E o mais lamentável, é que a própria sociedade, já os deixou de lado, no esquecimento.
O álcool, uma droga lícita, vem destruindo vidas todos os dias, e não se toma nenhuma providência. 
São seres humanos que perderam as forças pra lutar, e não encontram nenhum socorro. Bom seria, que tivéssemos um tratamento específico, e que essas pessoas fossem resgatadas para retornarem ao seu cotidiano com dignidade. 

AUMENTA O NÚMERO DE CASOS DE LESÕES QUE PROVOCAM COCEIRA NA PELE NO RECIFE.

A maior parte dos pacientes reporta o surgimento de lesões, em geral, no tronco e nos braços. A doença segue sob investigação.
Aumentou de 105para 117, no Recife, o número de casos de lesões na pela que provocam coceira. O balanço foi atualizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) na noite desta segunda-feira (22/11). Outras cidades da Região Metropolitana, como Paulista e Camaragibe, também têm registros da doença, que permanece um mistério para as autoridades sanitárias, pesquisadores e médicos. No total, há 184 notificações relacionadas ao surto no Estado.

De acordo com a Secretaria de Saúde da capital pernambucana, a maior parte dos pacientes reporta o surgimento de lesões, em geral, no tronco e nos braços, acompanhadas de coceira. "É importante destacar que, até agora, não houve o registro de agravamento associado a esses quadros" dia a pasta em nota.

As investigações estão sendo feitas por meio de exames laboratoriais e de ações como a captura de mosquitos e de ácaros nas localidades onde moram os pacientes. Nesta semana, serão realizados exames de raspado de pele em pessoas que apresentaram os sintomas.

Na última sexta-feira (19/11), representantes da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde do Recife, da Secretaria Estatual de Saúde e do Instituto Aggeu Magalhães, unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, além de um médico infectologista e de um médico epidemiologista, estiveram reunidos para discutir os casos, mas não chegaram a uma conclusão.

O médico infectologista Demétrius Montenegro, chefe do setor de doenças infectocontagiosas do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), explica que o mais intrigante é que os casos notificados não apresentam um padrão. "A variabilidade das lesões é grande. Por isso, identificar a causa não é simples. Mais de 80% das pessoas acometidas apresentam apenas as lesões de pele e a coceira. Uma pequena parcela também relata febre. Isso pode levar a uma superposição de diagnóstico, o que dificulta a investigação. É um trabalho de juntas peças de um quebra-cabeça", sublinha.
fonte: JC