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sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

PERNAMBUCO CONFIRMA MAIS DUAS MORTES POR INFLUENZA A H3N2; TOTAL DE CASOS PASSA DE 200.

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) confirmou, nesta quinta-feira (23/12), mais duas mortes por influenza A H3N2, o que elevou o total de óbitos registrados no Estado para três. O primeiro foi divulgado pela secretaria na última segunda-feira (20/12).

Segundo a secretaria, as duas mortes foram de uma mulher de 69 anos e um homem de 24 anos, ambos com histórico de comorbidades.

Além disso, o Estado notificou outros 179 casos positivos de influenza, sendo 174 de A H3N2 e cinco com amostras não subtipadas.

O total de registros subiu para 222, sendo um deles pelo critério clínico-epidemiológico. Desse total, 38 (12,6%) apresentaram quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). As análises foram realizada no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE).

A mulher de 69 anos que morreu começou a apresentar sintomas - tosse e falta de ar - no dia 8 de dezembro. Segundo a SES-PE, ela tinha hipertensão e diabetes e estava internada desde a última sexta-feira (17/12) na UTI do Hospital de Referência à Covid-19 - unidade Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, vindo a falecer na segunda-feira (20/12).

Já o homem de 24 anos que faleceu tinha sobrepeso e hipertensão. De acordo com a família, ele possuía histórico recorrente de busca por serviços de saúde por causa da pressão alterada.

O início dos sintomas dele foi em 14 de dezembro, com quadro de febre, tosse, falta de ar. A morte ocorreu na última quinta-feira (16/12), no Hospital Municipal Carozita Brito, em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco.

"Estes números só reforçam a circulação comunitário da influenza A H3N2 em Pernambuco e a necessidade de reforço nos cuidados, especialmente com uso da máscara. Precisamos, neste momento, de um atenção redobrada com as crianças, idosos e pessoas com comorbidades severas, que são grupos com maior riscos para agravamento pela influenza", afirma a secretária executiva de Vigilância em Saúde da SES-PE, Patrícia Ismael. 

O recorte de ocorrências de A H3N2 indica que 65,8% envolviam pessoas entre 20 e 49 anos. No quesito sexo, 53,4% são do sexo masculino e 46,6% do feminino.

Os municípios de ocorrência da H3N2 são: Araripina (1), Cabo de Santo Agostinho (7), Camaragibe (2), Camocim de São Félix (1), Carpina (1), Caruaru (12), Catende (1), Igarassu (5), Ipojuca (3), Itambé (1), Itapissuma (10), Jaboatão dos Guararapes (18), Moreno (2), Olinda (19), Paulista (9), Recife (119), Vitória de Santo Antão (2), Ribeirão (1), Santa Terezinha (1), Serra Talhada (1) e Timbaúba (1), 

As cinco ocorrências da influenza A não subtipada são da Ilha de Itamaracá (1), Recife (3), e São Lourenço da Mata (1).

 


quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

BRASIL ULTRAPASSA MARCA DE 628 MIL MORTES POR COVID-19.

O Brasil registrou 137 mortes por Covid-19 e 3.174 casos da doença, nesta quarta-feira (22/12). Com isso, o país chegou a 618.128 vidas perdidas e a 22.220.14 pessoas infectadas pelo vírus desde o começo da pandemia. 

As médias móveis de mortes e casos seguem em queda. A média de óbitos é de 111 por dia, queda de 39% em relação ao dado de duas semanas. A média de infecções é de 3.055 por dia, queda de 63%. 

A média de óbitos completou uma semana abaixo de 150. 
fonte: Notícias ao Minuto.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A CRONICA DO MEU SENTIMENTO

O Natal já se aproxima... Ao chegar essa época do ano me recordo que tínhamos que preparar o doce de facheiro, tradição na época natalina daqueles tempos. 
Mamãe, com um tom de voz firme, escalava a turma, quem ia buscar o facheiro, a lenha... enfim providenciar o necessário.
Foices e facas na mão, e lá íamos nós. Era um festa.    
Às casas de Marimbondos eram cumprimentadas com pedradas. "Corre meninos, esse bichos são danados", exclamava meu tio.
Quando voltávamos com a matéria-prima (facheiro), a rapadura já estava no fogo, aquele caldo se misturava com a polpa do facheiro. 
Que doce mais delicioso, tão delicioso, quando a saudade que eu sinto agora. 
Enquanto o doce não dava o ponto, às brincadeiras seguiam-se sem parar. "O doce já tá na mesa", dizia mamãe. Aí a correria era grande. Doce a vontade, água boa da jarra, e uma vida humilde, sem preocupações.