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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

NOTA DE PESAR

Hoje (sexta-feira 4/2)) logo pelo manhã recebemos a triste notícia do falecimento de Nair Magalhães Patrício ou simplesmente Dona Nair do Cartório. Digna cidadã ibirajubense, que muito contribuiu para o engrandecimento de nossa cidade. Mãe dedicada, avó, e bisavó e uma profissional exemplar. 

Ficamos triste pela sua partida, e ao mesmo tempo alegres, por saber que agora ela está descansando nos braços do Pai, queremos manifestar o mais profundo sentimento de pesar e solidariedade a família, amigos e parentes de Dona Nair, que durante muitos anos trabalhou pelo engrandecimento de nossa cidade.

O IBIRAJUBA NOTÍCIAS declaro luto por três dias.

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.,

Ponto, Vírgula e Reticências...

A burguesia, na tribo fuma o cachimbo da paz. 
A cortina de fumaça, esconde os intelectuais.
Cobras e lagartos desfilam em carro blindado.
O cacique e o pajé, nas urnas foram entregues aos canibais.
No verde da mata Atlântica, tupiniquins e camaleões são iguais.
No benefício do acaso, a ilha da Fantasia (Brasil), foi santificada na missa campal.
Terra heresia, para a fogueira da inquisição foi levada.
Civilização apodrecida, os inconfidentes julgarão os seus pecados.
No purgatório, serás canonizadas, tuas aberrações, estarão todas escritas nos anais das folhas das árvores que o progresso te impôs vitimá-las.
E o Tupi-Guarani lerá em voz alta seu veredicto final.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

ÔMICRON FAZ MÉDIA DE MORTES POR COVID SUBIR 566% NO BRASIL.

Apesar de considerada menos letal, a variante Ômicron do coronavírus fez a média móvel de mortes pela doença aumentar 566% no último mês, saltando de 98 para 653 óbitos diários nesta quarta-feira (2/2). Mesmo com mais de 70% da população brasileira já imunizada com duas doses ou a vacina de aplicação única, a alta transmissibilidade da cepa tem aumentado as internações em leitos de enfermaria e UTI, enquanto gestores de saúde apontam que a maioria dos quadros graves está concentrada em idosos, pessoas com comorbidades e não vacinadas.

"A subida foi bem lenta na primeira (onda), rápida na segunda e meteórica com a Ômicron", explica Luiz Carlos Zamarco, secretário adjunto de Saúde de São Paulo. "A partir daí, a curva de internações e infecções se estabilizou, com casos de menor complexidade, o que facilitou o giro de leitos", diz. "Hoje temos de maneira clara que podemos estar muito próximos do chamado platô, para que entre 15 e 20 de fevereiro haja estabilidade", explica o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido.

Segundo ele, um terço dos óbitos pelo coronavírus é de pessoas que não completaram o esquema vacinal. O restante ele atribui a pacientes com alguma comorbidade grave, cujo quadro é agravado pela covid.

Em todos os Estados, a expectativa é de que esse aumento em óbitos, internações e novos casos permaneça pelas próximas duas semanas, até atingir um platô. Mas isso não significaria o fim da pandemia. "Estaríamos mais uma vez vencendo uma etapa, fazendo com que todas as pessoas sejam atendidas e medicadas", frisa Aparecido.

A incerteza se explica pela ausência de parâmetros como a taxa de positividade, explica Isaac Schrarstzhaupt, analista de dados e coordenador na Rede Análise Covid-19, formada por pesquisadores voluntários. Essa taxa é obtida quando se divide o número de testes positivos pelo número de testes realizados. "Isso permite prever a tendência do comportamento da doença. Se tivéssemos, poderíamos apostar no pico ou no platô", diz. No País, porém, a testagem é baixa.

Para a epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Ethel Maciel, a desigualdade nos índices de vacinação entre os Estados é outro fator a dificultar predição. "Acredito que em alguns Estados como o Rio já passamos pelo pico, mas há uma diferença de desenvolvimento da Ômicron e da vacinação pelo País de pelo menos de duas a três semanas", afirma. "Acabamos olhando para dados de outros países em que essa variante levou de 25 dias a 45 dias para atingir o pico."

A falta de investimentos federais em campanhas de divulgação da necessidade de reforço na vacinação também não contribui, diz a epidemiologista . "A gente já sabia que seria preciso a dose de reforço para essa variante e ainda estamos muito atrás, com porcentual muito baixo quando comparado com outros países como o Reino Unido e a Dinamarca, que começam a retirar as restrições", afirma.
fonte: Notícias ao Minuto.