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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

SUSPEITO DE MATAR DUAS JOVENS NO INTERIOR DE PERNAMBUCO SE ENTREGOU A POLÍCIA.

O homem suspeito de assassinar duas jovens em Glória do Goitá, na Zona da Mata de Pernambuco, se entregou à polícia após negociações dos parentes dele com policiais. A prisão de Edson Cândido Ribeiro, de 35 anos, ocorreu nesta segunda-feira (7/2) no oitavo dia de buscas.

Ele estava escondido em uma área de mata fechada e era procurado desde o dia 31 de janeiro. A polícia cumpriu o mandado de prisão expedido por causa do estupro e assassinado a facadas de de Jailma da Silva, de 19 anos, e do homicídio de Kauany Marques, de 18 anos, que teve o corpo encontrado em um bueiro da cidade.

Edson foi encontrado em uma casa de familiares em Vitória de Santo Antão, na mesma região, por volta do meio-dia desta segunda. O local fica a cerca de 20 quilômetros do centro de Glória do Goitá, cidade onde ocorreram os crimes.

Segundo o delegado Jean Rockfeller, um dos responsáveis pelas buscas de Edson, o suspeito foi forçado a se entregar. "Não houve outra alternativa", afirmou.

Com o cumprimento do mandado de prisão, ele seguiu para a delegacia e depois passou por exame de corpo de delito e foi levado para o Presídio Juiz Plácido de Souza, também em Caruaru.

Uma das estratégias usadas para a polícia para fazer Edson se entregar foi reforçar as buscas, a cada, dia, deixando ele cada vez mais acuado. Houve um revezamento de equipes das polícias para não permitir que ele descansasse.

A polícia também afirmou que Edson tinha a consciência de que seria mais complicado tentar sair da área de mata sem sem entregar. A PM mobilizou, nas últimas horas de buscas, 120 agentes de batalhões especializados, como canil e tropas acostumados a atuar em áreas de mata fechada.

Além de parentes de Edson, representantes da Defensoria Pública de Pernambuco também participaram das negociações para que ele se entregasse aos policiais. A mãe dele disse, na semana passada, que gostaria que ele fizesse isso.

A polícia informou, ainda, que garantiu a integridade física de Edson. O receio do suspeito de que isso não acontecesse foi relatado pelo advogado dele, Rafael Torre. 
fonte: G1  

"DERROTAR BOLSONARO É URGENTE, MAIS GRAVE AINDA É DEFINIR O SUBSTITUDO DELE", DISSE CIRO GOMES.

A
o comentar a formalização da aliança entre o PSD e o PDT para as eleições estaduais no Rio, fechada na última quarta-feira (2/2), o pré-candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "despolitizar" o debate eleitoral e de "destruir" partidos aliados, como PSOL e PSB, na formação de palanques regionais para as eleições gerais de outubro. O pré-candidato, que veio ao Rio se encontrar com o prefeito Eduardo Paes (PSD), disse que gostaria de ter o apoio do partido no plano nacional, mas esperará por uma decisão.

"O Brasil está vivendo um plebiscito, em que a força dominante, na proporção de 70% a 80%, é contra (o presidente Jair) Bolsonaro. E o Lula está tentando que a questão seja só essa, quando a questão não é só essa. Derrotar o Bolsonaro é uma questão gravíssima, urgente, imediata, mas mais grave do que ela é o que pretendemos colocar no lugar da terra arrasada que vai ficar. Nesse sentido, o Lula tem despolitizado o debate de forma muito perigosa", afirmou Ciro, após participar de reunião do secretariado da Prefeitura do Rio, na manhã deste domingo, 6.

Segundo o pré-candidato do PDT, o PT errou porque, ao longo de quatro mandatos, não mudou instituições nem ofereceu uma estratégia para fazer o País voltar ao crescimento econômico e ao desenvolvimento.

A aliança entre PDT e PSD no palanque fluminense foi costurada por Paes e pelo presidente nacional do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi. A aliança se dá em torno dos nomes do ex-prefeito de Niterói (RJ) Rodrigo Neves (PDT) e do ex-presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz (PSD). A definição de quem encabeçará a candidatura a governador ficará para depois.

Ciro acusou Lula de "destruir" partidos aliados na formação dos palanques regionais ao ser questionado sobre como ficará a divisão do palanque no Rio entre a sua candidatura e a do PSD, já que o presidente do partido, Gilberto Kassab, tem repetido publicamente que terá candidato próprio a presidente por enquanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é o mais cotado para sair candidato. Paes deixou a reunião de seu secretariado sem falar com a imprensa, ao lado de Ciro.

"No Rio, fizemos um entendimento que é local, não tem a ver com a questão nacional, ainda", afirmou Ciro, que minimizou o fato de Paes, de quem se disse amigo, não ter acompanhado a entrevista ao seu lado. "Hoje, ele (Paes) tem uma delicadeza que eu respeito muito. Ele pertence a um partido que tem candidato (a presidente). Não sou como Lula, que está destruindo os partidos, o PSOL, o PCdoB, o PSB, porque, para o Lula, tem que ficar o PT sozinho. O único partido progressista que resiste a esse assédio é o PDT, já desde antes, com o Brizola. Mas eu, não. Eu respeito muito e quero que o PSD tenha o tempo dele. Gostaria muito de ter esse apoio, mas respeito o tempo deles", afirmou Ciro."

"No Rio, fizemos um entendimento que é local, não tem a ver com a questão nacional, ainda", afirmou Ciro, que minimizou o fato de Paes, de quem se disse amigo, não ter acompanhado a entrevista ao seu lado. "Hoje, ele (Paes) tem uma delicadeza que eu respeito muito. Ele pertence a um partido que tem candidato (a presidente). Não sou como Lula, que está destruindo os partidos, o PSOL, o PCdoB, o PSB, porque, para o Lula, tem que ficar o PT sozinho. O único partido progressista que resiste a esse assédio é o PDT, já desde antes, com o Brizola. Mas eu, não. Eu respeito muito e quero que o PSD tenha o tempo dele. Gostaria muito de ter esse apoio, mas respeito o tempo deles", afirmou Ciro.

Na quarta-feira, Paes ignorou o plano nacional, ao comentar a aliança regional com o PDT nas redes sociais. "Os desafios do Rio são muito grandes. Felipe (Santa Cruz) e Rodrigo (Neves) representam um projeto consistente e maduro para fazer nosso Estado voltar a dar certo. Lembrem-se do ex-juiz em 2018. Não temos mais como errar", escreveu Paes no Twitter, numa referência a eleição de Wilson Witzel (PSC) em 2018.

Sobre as articulações no plano nacional, Ciro disse também que é preciso "paciência, paciência e paciência". Segundo o pré-candidato, as articulações são conduzidas por Lupi. Ao lado de Ciro neste domingo, o presidente do PDT afirmou que, no momento, "todo mundo conversa com todo mundo" e garantiu que Ciro será candidato em outubro. A definição de apoios dependerá do desempenho nas pesquisas de intenção de voto. Março, prazo final para as filiações a partidos políticos dos candidatos, e julho, prazo para a formalização das coligações partidárias, são datas importante, disse Ciro.

O pré-candidato do PDT e o ex-prefeito Neves aproveitaram também para criticar o pré-candidato do PSB ao governo fluminense, o deputado federal Marcelo Freixo, que terá o apoio do PT. Para Ciro, Freixo se rendeu ao "jogo de Lula".
fonte: Notícias ao Minuto.

CRÔNICA ESPORTIVA

ASSIM SERIA
Eis a verdade amigos. A verdade que defendo com unhas e dentes. Se somos a pátria do Futebol, deveria ser assim:  A nossa Bandeira, com uma bola bem no centro, e ao lado um par de chuteiras. Esqueçam aquelas estrelas, em seus lugares teríamos os nomes dos jogadores da seleção de 70. E se vocês me perguntarem, por que a seleção de 70? Eu vos digo! 70 foi o ano da consagração de um rei. Um rei! O Rei "Pelé. Então fica: Félix, Brito, Piazza, Carlos Alberto, Clodoaldo, Marco Antônio, Jairzinho, Gérson, Tostão, PELÉ e Rivellino. E ao invés, da frase Ordem e Progresso, seria: 70 Neles , Outras vezes Brasil!. E o nosso Hino Nacional, ( música e  letra),será chamado de : Hino Nacional- Verde, Amarelo.
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