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quinta-feira, 31 de março de 2022

JOÃO DORIA DESISTE DA CANDIDATURA PARA A PRESIDENCIA DA REPUBLICA.

O governador de São Paulo,  JOÃO DORIA, surpreendeu aliados e auxiliares na manhã desta quinta-feira (31/3) ao comunicar que desistiu de concorrer à Presidência pelo PSDB e não vai mais deixar o cargo hoje, como estava previsto. O tucano cancelou agendas externas e manteve evento com prefeitos no Palácio dos Bandeirantes às 16 horas, quando deve fazer o anúncio oficial. Surpreendido, o vice governador Rodrigo Garcia, que era apresentado por Dori como CEO do governo e assumiria o cargo, pediu demissão da Secretaria de Governo.

Segundo aliados, o governador deve também anunciar a saída do PSDB e não vai tentar a reeleição ao governo de São Paulo.

Na noite de quarta-feira, (30/3), em jantar com amigos, empresários, aliados e secretários, sem a presença de Garcia, que assumiria seu lugar, Doria já havia sinalizado, em discurso, que poderia abrir mão da disputa. "Não faço imposição do meu nome, pelo contrário. Não parto do pressuposto que tem ser eu. É preciso ter grandeza e espírito elevado", afirmou o governador paulista.

quarta-feira, 30 de março de 2022

PESQUISA MOSTRA QUE COMIDA É INSUFICIENTE NA CASA DE 24% DOS BRASILEIROS.

A pesquisa ouviu 2.556 pessoas em 181 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Um de cada quatro brasileiros afirma que a quantidade de comida disponível em sua mesa foi inferior à necessária para alimentar sua família nos últimos meses, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha.

De acordo com o levantamento, 24% disseram que a comida foi insuficiente para suas necessidades. Outros 63% declararam que a quantidade foi suficiente, e 13% afirmaram que a quantia ficou acima do que seria necessário.

A sensação de insegurança alimentar é mais aguda para os mais pobres. Entre os que dispõem de até dois salários mínimos (R$ 2.424) como renda familiar mensal, 35% consideraram a quantidade de comida em casa insuficiente.

Segundo a pesquisa, 13% dos que têm renda mensal de dois a cinco salários mínimos (R$ 6.060) e 6% dos que recebem de 5 a 10 salários mínimos (R$ 12.120) também disseram que faltou comida na mesa nos últimos meses.

Pesquisas anteriores mostram que o problema se mantém em níveis semelhantes aos observados no ano passado, quando a estagnação econômica e o aumento do desemprego levaram pessoas a disputar restos de ossos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Segundo o Datafolha, a insegurança alimentar é maior na região Nordeste, onde 32% dizem que tiveram menos comida do que o necessário nos últimos meses, e menor no Sul, onde 18% consideraram a comida disponível insuficiente.

O levantamento mais recente da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan), concluído no fim de 2020, mostrou que a pandemia provocou um aumento significativo da insegurança alimentar no país.
Segundo o grupo, 55% dos domicílios conviviam com algum grau de insegurança no fim do primeiro ano da crise sanitária. Em 2018, encontravam-se em situação semelhante os moradores de 37% dos domicílios brasileiros.

A pesquisa do Datafolha mostra que a insegurança é maior para os ficaram sem trabalho ou se viram mais vulneráveis na pandemia. Entre os desempregados, 38% disseram que não tiveram comida suficiente. 

Entre os trabalhadores autônomos, 26% apontaram o mesmo problema, assim como 20% dos assalariados sem registro formal e 28% dos desocupados que não estão à procura de trabalho, de acordo com o levantamento.

A aceleração da inflação agravou o problema nos últimos meses. Os preços de alimentos e bebidas subiram em média 14,09% em 2020 e 7,94% no ano passado, quando o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve variação de 10,06%. 
Informações Notícias ao Minuto

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 Ponto, vírgula e Reticências.
AMBICIOSOS
Do último Czar até o Espião, quantas vidas foram destruídas? Homens-Demônios, filosofia do inferno.
Nos deixem escovar os dentes, que o discurso é longo. 
Roubaram a nossa paz, nos dando vinagre ao invés de água. 
A ratazana dividiu o queijo em partes iguais, agora o pão nosso de cada dia, só deu pra hoje.
Os poderosos, andam com os pés nos sapatos, nós pisamos em pedras, comemos pedras.
A gasolina, agora governa às nossas casas, dita às regras, tira-nos o sono. 
Se falar, nos calam. Se ficar calado, somos culpados. 
A TV ensina a violência, na escola há violência.
Pedimos clemência. Só queremos, dormir mais uma noite olhando às estrelas.