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segunda-feira, 25 de abril de 2022

CRÔNICA ESPORTIVA


O DESTAQUE DA RODADA

Existem razões, que a própria razão desconhece. E quer queria, que não, foi o que se viu ontem no Estádio Severiano Gomes. O Fabuloso goleiro Adilson (do Milan), se transforma por um momento em Chaak (O deus da chuva do povo Maia), e só não fez chover em campo porque não quis. Em suma, todos, eu disse todos, os ibirajubenses estavam lá no campo, para assistirem às partidas de futebol. Mas com o passar do tempo, ninguém quis mas vê o jogo, e vivos e mortos, só olhavam para Adilson, e ele fez o monólogo perfeito. Parecia que todos os jogadores, chutavam no gol do Milan, e seu místico goleiro defendia tudo. Portanto, foi um Domingo perfeito para o goleiro Adilson, que fez uma apresentação irretocável, triunfante. Acredito piamente, que o Milan e Adilson estão atrelados um ao outro. Então os apaixonados pelo o futebol sempre dirão: Adilson do Milan ou Milan de Adilson. Por outras palavras, os dois formam um. 


 

CRÔNICA ESPORTIVA

ÁRBITRAGEM
Quando saiu a lista com os nomes dos árbitros do campeonato municipal, pensei com meus botões: - Qual deles sabe a diferença de uma bola de futebol, para  um Coco-Catolê?. Mas, bastou poucas partidas, e notou-se: Eles não são apenas juízes do jogo, são muito mais. Sempre sorridentes, eles desfilam em campo, tomados pelo o espírito de Gene Kelly. no filme cantando na chuva. E quando sopram o apito, o som é harmonioso, é divinal. Acho até, que ao término da competição nossos árbitros deveriam formar uma banda de Pífanos, por tamanha cumplicidade. Nunca se viu tanta segurança numa arbitragem, como estamos vendo agora. Se continuarem com esse nível, eles serão capazes de apitarem o jogo (No Severiano Gomes) de suas casas, ou da missa, ou até mesmo da funerária. Já ouvi de alguns torcedores o seguinte relato: "Eu vi o árbitro voando em campo", como se fora um anjo". E eu acreditei... Todos acreditaram!!! 
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sábado, 23 de abril de 2022

ATÉ QUE ATINJA UM DOS MEUS...

O presidente Bolsonaro (PL), que nesta quinta-feira (21/4) concedeu perdão da pena ao deputado Daniel Silveira, disse em 2018 que não daria nenhum indulto durante o seu mandato.

"Já que indulto é um decreto presidencial, a minha caneta continuará com a mesma quantidade de tinta até o final do mandato", afirmou ele em uma formatura de oficiais da Aeronáutica naquele ano.

Na mesma ocasião, o chefe do Executivo então recém-eleito defendeu que "não é apenas a questão de corrupção, qualquer criminoso tem que cumprir sua pena de maneira integral"

"Se houve punição ou se a punição for extremamente branda, é um convite à criminalidade", seguiu Bolsonaro. 

Dias antes, em novembro de 2018, ele já tinha se manifestado em uma rede social sobre o assunto. "Foi escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos neste ano, será o último". escreveu Bolsonaro.

Daniel Silveira foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 8 anos e 9 meses de prisão, em regime inicial fechado, por ataques aos ministros da corte.

Em declaração transmitida nas redes sociais nesta quinta (21/4), Bolsonaro argumentou que a liberdade de expressão é "pilar essencial da sociedade" e que a sociedade encontra-se em "legítima comoção" por causa da condenação.

"A graça de que trata esse decreto é incondicionada e será concedida independente do trânsito em julgado [da ação]", disse Bolsonaro.

O indulto presidencial perdoa a punição de certos crimes.

Em 2017, o então presidente Michel Temer (MDB) publicou decreto concedendo indulto natalino inclusive para condenados por corrupção que tivessem cumprido um quinto (o equivalente a 20%) da pena até 25 de dezembro de 2017.

A medida foi levada ao Supremo Tribunal Federal, que julgou o decreto constitucional. 
fonte: Folha de São Paulo.