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segunda-feira, 6 de junho de 2022

PERNAMBUCO AUTORIZA QUARTA DOSE DE VACINA CONTRA COVID-19 PARA PESSOAS A PARTIR DOS 50 ANOS.

A partir de hoje (6/6), em Pernambuco, a população geral a partir dos 50 anos e os trabalhadores da saúde (estes podem ser de qualquer idade), que já tenham recebido a terceira dose contra covid-19 há quatro meses, podem buscar os locais de vacinação de suas cidades para receber a quarta dose. A decisão segue a orientação do Ministério da Saúde.

Essa recomendação leva em consideração a amplificação da resposta imune ofertada com as doses de reforço de vacinas contra a doença. Em relação aos trabalhadores de saúde, foi levada em consideração ainda a importância da proteção vacinal devido ao maior grau de exposição à covid-19, que provoca maior risco de adoecimento e, consequentemente, absenteísmo e impacto no atendimento à população.

"É importante frisar que as pessoas consideradas trabalhadoras da saúde serão as mesmas categorias indicadas no início da campanha de imunização contra a covid-19. Entre elas, estão os indivíduos que trabalham em serviços de saúde, a exemplo de hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde (UBS), laboratórios, farmácias e outros locais", informa a superintendente de Imunização do Estado, Ana Catarina.

"Na lista, também estão os agentes comunitários de saúde, agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio, como recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias e gestores, entre outros", acrescenta.

A gestora acrescenta ainda que os profissionais que atuam em cuidados domiciliares também estão inseridos no grupo que irá receber o segundo reforço: programas ou serviços de atendimento domiciliar.

Em Pernambuco, a população estimada de trabalhadores da saúde é formada por 294.100 pessoas. A cobertura vacinal para o primeiro reforço deste grupo está em 78,90% (232.055 doses aplicadas).

Para a aplicação da quarta dose (segundo reforço) devem ser utilizados os imunobiológicos da Pfizer, Astrazeneca/Fiocruz ou Janssen, conforme orientação do órgão de saúde federal. 

Os gestores municipais devem analisar seus estoques e a população já vacinada para informar ao Programa Nacional de Imunizações (PNI-PE) os quantitativos que necessitam para aplicação da quarta dose.

"Está prevista para esta terça-feira (7/6) a chegada de pouco mais de 600 mil doses de vacinas da Pfizer que serão destinadas ao Estado para aplicação de doses de reforço. Para o segundo reforço, estamos com apenas com 35,9% de cobertura vacinal, e isso é muito pouco frente à proteção que a vacina oferece para adoecimentos graves e óbitos. Temos que levar em conta ainda que circulam, no País, variantes do vírus e que outras podem surgir com o passar das semanas também", alertou o secretário Estadual de Saúde, André Longo. 
fonte: NE10  

PERNAMBUCO PRECISA QUALIFICAR 250 MIL TRABALHADORES.

O estado de Pernambuco precisa qualificar 250 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025. A informação consta no Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, compilado pelo Observatório Nacional da Indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Do total, 54 mil deverão se capacitar em formação inicial - para repor os inativos e preencher novas vagas - e cerca de 196 mil já possuem uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas precisam se aperfeiçoar.

O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, afirma que a qualificação profissional é crucial tanto para os trabalhadores que já estão empregados quando para aqueles que estão fora do mercado de trabalho. 

"O aperfeiçoamento dever ser uma estratégia para todos os profissionais. O aprendizado ao longo da vida passa a ter papel fundamental no mercado de trabalho nos dias de hoje". 

Em Pernambuco, a demanda pelo nível de capacitação até 2025 será de:
• Qualificação (menos de 200 horas): 128.478 profissionais;
• Qualificação (mais de 200 horas): 56.653 profissionais;
• Técnico: 45. 251 profissionais;
• Superior: 20.107 profissionais.
• Em volume, ainda prevalecem as ocupações com nível de qualificação, cerca de 77% do total. Mas, segundo Márcio Guerra, houve um crescimento da demanda por formação em nível superior. 

"O nível superior cresce sem dúvida a uma taxa muito elevada. Então, é preciso entender que fazer educação profissional não é o fim de uma trajetória. Profissionais que fazem qualificação profissional, fazem curso técnico e depois caminham para o ensino superior são profissionais extremamente valorizados no mercado de trabalho, pela experiência, pela prática e também pela formação", avalia. 

Áreas de formação
• Transversal: 48.470 profissionais
• Construção: 40.236 profissionais
• Metalmecânica: 32.139 profissionais
• Logística e Transporte: 31.089 profissionais
• Têxtil e Vestuário: 21.335 profissionais
• Alimentos e Bebidas: 17.700 profissionais
• Tecnologia da Informação: 10.198 profissionais
• Automotiva: 8.768 profissionais
• Eletroeletrônica: 6.724 profissionais
• Gestão: 6.149 profissionais.

O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, destaca a relevância das ocupações nas áreas transversais. "Ou seja, aquelas ocupações coringas, aquelas profissões que são absorvidas por diversos setores da economia, que vão desde o setor automotivo até o setor de alimentos. No que diz respeito às áreas, vale destacar também aquelas profissões que estão relacionadas com a indústria 4.0, relacionadas a automação de processos industriais."

Ele também explica que há diferenças nas áreas de formação mais demandadas entre os estados. Isso se deve à dimensão do país e à complexidade da economia brasileira. Segundo Márcio Guerra, a heterogeneidade de recursos e de produção acaba refletindo essas características.

"Nós sabemos que, em alguns estados, há uma concentração industrial maior e em outras regiões, como a região Norte, há uma dispersão maior. Então a estrutura industrial, ou seja, os setores que são predominantes em determinadas regiões são diferentes.”

De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, o Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos próximos três anos. Márcio Guerra explica que a projeção considera o contexto econômico, político e tecnológico do país.

“A partir da inteligência de dados, o objetivo do mapa é projetar a demanda por formação profissional de forma que essa informação sirva, não só para o Senai, mas também para uma discussão mais ampla sobre qual vai ser a demanda futura de profissionais no mercado de trabalho. É muito importante para a sociedade conhecer quais são as tendências, quais são as áreas que tendem ao maior crescimento, sobretudo na sua localidade, mas também entender quais profissões têm mais relevância, mais demanda, para que ele possa planejar a sua trajetória de formação profissional”, explica.

O deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE) cita um dos  projetos de lei que tramitam no  Congresso Nacional para estimular a qualificação profissional no Brasil.

“Eu, inclusive, tenho o projeto de lei 2094/2015. É um projeto que cria incentivos fiscais para empresas que contratarem trabalhadores para o primeiro emprego. O projeto prevê uma redução de 50% no valor das alíquotas da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido, da Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da contribuição aos Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep). A redução terá duração de 12 meses.”

A proposta está em apreciação na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Fonte: Brasil 61

CRÔNICA ESPORTIVA

Temo Seleção? Responda que for capaz. 
Este ano teremos Copa do Mundo de Futebol? Teremos sim, mas não parece. Houve um tempo que a Copa do mundo era mais importante que a vida, e do que a morte. Pois é amigos, houve... Isso aconteceria quando 90% da população brasileira, sabia de cor a escalação do Escrete Canarinho. Hoje temos em campo 11 jacarés, do goleiro ao ponta esquerda, todos são iguaizinhos a dentes postiços. O que diferencia uns dos outros é apenas o clube que eles defendem na Europa. O sujeito que antigamente vestia a nossa camisa 10, tinha fome e sede de justiça. Hoje, qualquer um piolhento escolhe qual número que em sua camisa. E o nosso técnico (Tite), não passa de um entregador de hóstia, na busca pela a canonização coletiva. O nosso maior recurso que temos, é a torcida. Que durante 4 anos, vive de boteco em boteco, na farra, na gafieira, e no trabalho pesado. Mas quando a seleção entra Campo, todos são cretinos ao ponto de canta o Hino Nacional. Se em 2022 seremos Hexa, não sabemos. Mais com certeza, seremos os mesmos soldadinhos de chumbo na torcida, e aos berros santificantes um charlatão que dentro de campo finge amar nossa pátria.