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quarta-feira, 31 de agosto de 2022

MANCHAS DE ÓLEO FORAM ENCONTRADAS EM MAIS DUAS PRAIAS DE PERNAMBUCO.

A novela das manchas de óleos nas praias voltam a se repetir em Pernambuco. As manchas de óleos já chegaram as praias de Paulista e Goiana. 14 quilos do material desconhecido já forma recolhidos na praia de Carne de Vaca (4 kg) e na praia de Ponta de Pedras (10kg).

O óleo tornou a aparecer nas praias de Pernambuco, após três anos de um dos maiores desastres ambientais do litoral brasileiro. Em 2019, toneladas de petróleo invadiram as praias litorâneas, provocando danos irreversíveis na vida marinha, além de impactos na economia local.

Equipes do Semas-PE, Agência CPRH, Ibama e Capitania dos Portos realizam vistorias nas faixas de areia dos municípios de Olinda, Paulista, Igarassu, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Itamaracá, Cabo de Santo Agostinho, Sirinhaém, Tamandaré, Barreiros, São José da Coroa Grande, Ipojuca e Goiana.

Na terça-feira (30/8), a equipe de emergência ambiental do Ibama realizou sobrevoo de análise da costa e do alto mar. O instituto divulgou nota, ainda na noite de ontem, afirmando que não encontrou vestígios de manchas de óleo no litoral nordestino. 

Até o momento, houve a confirmação de que vestígios de óleo tenham chegado em faixas de areia de Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Tamandaré e Recife, além de Paulista e Goiana. 

Segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas/PE), em Ipojuca, Igarassu e Itamaracá a quantidade de vestígios encontrados foi muito pequena.

Ainda de acordo com a Secretaria, a amostra dos materiais coletados estão em análise em dois laboratórios. Uma das análises acontece no Laboratório OrganoMAR, da UFPE, e vai comparar o perfil do material com o do óleo que atingiu o litoral brasileiro em 2019.

A outra análise acontece no Instituto de Estudos Almirante Paulo Moreira (IEAPM), da Marinha do Brasil, onde verifica a composição do material de maneira mais detalhada.

Até hoje, os responsáveis pelo derramamento de óleo em 2019 não foram punidos. Na época uma CPI foi aberta na Câmara dos Deputados, foi encerrada em abril de 2021 sem apresentar nenhum resultado. 
Agora a cena volta a se repetir, e com certeza mais uma vez vai ficar na impunidade.
fonte: NE10

terça-feira, 30 de agosto de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

O PÃOZEIRO
Colombo descobriu a América... e tudo foi tão lindo.
E eu, hoje descobri o nome do paozeiro que passava em frente das casas (década de 80), gritando: "Olha o pão, olha pão!" Para cima e para baixo, nas ruas de Ibirajuba.
O tempo passou, morreu gente, e nasceu gente... o preço do pão subiu, e não baixou nunca mais. E nesse meio tempo, esqueci o nome do homem, que eu considerava o mais afortunado do mundo. Poder andar com um balaio de pão na cabeça... isso é algo divina, coisa para super heróis, anjos e querubins.
Mas hoje os céus soltaram pombas brancas, e o destino foi glorioso para mim... eis o nome o nome o pãozeiro: "Zé de João Antônio"... amigos, essa foi a mais importante descoberta depois da segunda grande guerra mundial... o nome do pãozeiro!!! 
Colombo, nos deu a américa, belíssima atitude. O pãozeiro, nos dá o pão nosso de cada dia. 
E agora pergunto. A América sem pão se sem pãozeiro, teria alguma graça? Nenhuma! Seria apenas um pedaço de terra, sem nenhuma bênção humana. 
Zé de João Antônio (o paozeiro), entre nós essa criatura, assim como o pão, estará conosco em todo cafezinho da manhã. E isso é bom.
"Olha o pão". 


ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGISTRA A PRIMEIRA MORTE POR VARÍOLA DOS MACACOS.

O Rio de Janeiro confirmou nesta segunda-feira (29/8) a primeira morte por varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox. Este é o segundo caso de morte pela doença no Brasil.

Segundo informou a Secretaria de de Saúde do Estado do Rio, o paciente de 33 anos estava internado no Hospital Ferreira Machado, em Campos dos Goytacazes. O homem apresentava comorbidades e baixa imunidade, o que agravou o quadro e o levou a UTI. 

O caso também foi confirmado pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o homem era "imunossuprimido, transplantado em 2020" e essas condições "teriam se agravado com o diagnóstico da varíola dos macacos". 

A primeira morte registrada no Brasil foi no dia 28 de julho, em Minas Gerais. De acordo com a Secretaria de Estado em Saúde, um homem de 41 anos, natural de Uberlândia (MG), morreu em um hospital de Belo Horizonte.
fonte: Notícias ao minuto.