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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

 
A crônica do meu sentimento

FOLHA SECA
Agora podemos dizer: "Um dia já fomos folha seca". 
E Deus nos livre de voltarmos a ser, essa tal folha seca novamente. E explico.
O nosso 7 de setembro, em anos passados, não tinha nenhum significado, não passava de um simples feriado, marcado num calendário nas cavernas.
Mas, ontem vivemos a vida em todas às possibilidades, tivemos o nosso desfile cívico, das escolas de todo o município. Às nossas ruas ficaram coloridas pela e metamorfose cerebral da raça humana. E tudo foi lindo!!! E vos digo mais, quem esteve em Ibirajuba ontem no desfile de 7 de setembro, daqui à 100, 200 anos, dirá: Aquele desfile, aquele desfile, em suma, ontem todos os ibirajubenses novos e velhos alcançaram a imortalidade. Amigos a nossa cidade ganhou status de uma Roma-antiga... e todos os ibirajubenses, viveram um dia de uma Kaiser. O nosso 7 de setembro, nos saciou da sede de independência. E nossas almas, levarão esse dia, para além da vida. Para a eternidade! 




quarta-feira, 7 de setembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A Crônica do meu Sentimento

Hoje 7 de setembro, teremos o desfile cívico das escolas de nosso município. Isso um bom tempo depois de apagarem às páginas douradas de nossa história.
Pois bem... voltemos um pouco no tempo.
Nós, geração dos anos 80, no dia 6 de setembro (30 anos atrás), quando éramos estudantes, vivíamos um sonho, não primitivo, mais lírico, uma apoteose egocêntrica, única. 
Hoje nós, todos homens feitos, de bigode, pais de família e com nossos times de coração definidos, voltamos a história, em uma máquina do tempo e uma banda de fanfarra, passa em nossa mentes, numa girândola de bengala.
Hoje será a nossa ressurreição, e desfilaremos pela às ruas de nossa Ibirajuba, aos passos de nossos filhos.
E vos digo amigos, esse desfile de hoje (7 de setembro), e uma verdadeira revolução, contra os genocidas de nossos sonhos gerados ainda em nosso cordão umbilical.
O 7 de setembro, e um acontecimento social, uma festa de elegância em um sopro de saudades.

   



7 DE SETEMBRO

RECORDAÇÃO

Para os jovens estudantes de Ibirajuba dos idos anos 70 e 80 até início dos anos 90, o 7 de setembro não era apenas um feriado que se  comemora a independência do Brasil. Era sim um dia especial e aguardado com muita ansiedade, porque era dia do desfile. 
Dias ou até meses antes, já se mandava costurar a roupa (farda), camisas brancas, calça e saia azul, e já se comprava o sapato conga com antecedência para não correr o risco do estoque acabar. 
Nas escolas se começava os preparativos. Ensaio da banda marcial, preparação dos roupas das apresentações e os ensaios... sim o ensaios dos desfile para, no dia não fazer feio. 
Enfim chegava o grande dia, o 7 de setembro, a partir de 1 hora da tarde os alunos, da cidade da zona rural começavam a chegar vestindo suas roupas branca e azul, as moças com suas saias plinsadas até o joelho, enfim... todos chegando e já se organizando e se preparando para o desfile que sai por volta das 3 horas da tarde e percorria as principais ruas da cidade com destino a praça Agamenon Magalhães onde tinha o palanque com as autoridades. 
Ao final tinha o sorteio de um garrote, e depois servido um lanche, um garraf
a de laranjada Crush e alguns biscoitos Cipan. 
Enfim tempos bons que se foram e só deixaram recordações.
E para matar a saudade, conseguimos algumas imagens dessa época. Não foi possível identificar os anos, nem pessoas, mais se alguém viveu essa época vai lembrar.
E ao final um imagem do sapato Conga.