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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A Crônica do meu sentimento

NOSSA FEIRA LIVRE
Entre mangas, abacaxis, cebola e tomates, nasce a sexta-feira.
Em cada milímetro de chão, surge gente. Jovens Velhos, crianças, ocupados e desocupados, ali ninguém sabe quem é quem, só se sabe que todos estão no mesmo espaço democrático, envelhecendo no mesmo lugar.
No caldo de cana com pão doce, o espírito de pau de arara, leva todos a comungarem na mesma ideologia.
Nossa feira livre, é o encontro marcado dos ibirajubenses. onde todas às nossas fantasias, terminam em algodão doce e meia dúzia de histórias, de uma saudade que têm o cheiro de nosso povo.
E vos digo, a nossa feira livre, é a melhor do mundo! E deixemos de ser besta!
Se é que vocês me entendem.





CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 
A crônica do meu sentimento

CATA-VENTO
Sei lá...
Não me perguntem pela a metafísica do discurso idiota.
Ao cretino, dai-lhe hóstia, e ele vomitará cobra e lagartos. 
Vos digo, o crítico desinformado, a sua própria alma alimenta de coices e relinchos, e ele, faz jura de amor a sabedoria. Eis aí a verdadeira aberração quadrupiana, um imbecil fazendo monólogos ao Rei Salomão.
Amigos, não existe algo mais demoníaco, que às vogais e consoantes do cafajeste diplomado. Chega dá náuseas no mais vil dos centauros.
E que os sinos das capelas, mumifiquem a língua do Cata-vento, e deem glória a burrice coletiva, numa noite onde os sábios andarão de quatro. 
Se é que vocês me entendem. 


quarta-feira, 14 de setembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 
A crônica do Meu Sentimento

DEVANEIOS
Quando Pero Vaz de Caminha, terminou de escrever sua carta, Cabral distribuiu pipoca e algodão doce pra todo mundo. Enquanto isso, papai Noel e sua noiva Vitória (Rainha da Inglaterra), passeavam na lua. O babilônico Nabucodonosor, meia hora antes de virá lobisomem, estava no sítio Gavião tomando banho no Rio da Chata... os sapos cantavam blá, blá, blá, etc. e tal. Na minha opinião, acho que, quem deveria dominar o mundo, seria os vagalumes, porque eles? Entre todos os bichos, são os que têm luz própria!
Meu avô que era moço, ficava ouvir os pássaros... pobre velhinho, não escutava nem mais os trovões, na época das chuvas. 
No ano de 1982, Napoleão Bonaparte veio amansar um burro brabo na fazendo de Antônio Justino... e eu ainda menino dei 5 mil Réis ao tão valente Virgulino... e isso por causa de um pirulito. Dois dias depois, Cleópatra casou-se com Sansão na vila do Alto de São Francisco... houve uma rifa de um gato, e quem ganhou foi o escritor Machado de Assis. Oh infeliz de sorte... E assim foi!!!
Se é que vocês me entendem.