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terça-feira, 15 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

NO 15 DE NOVEMBRO
Desobedecendo o meu nariz assado e os antidepressivos, nesse feriado mequetrefe, aceitei o convite do meu primo e foi pescar no rio da Chata, em uma manhã chata, com toda certeza às Pupilas do Senhor Reitor reprisadas, teria muito mais graça. 
O peixes, fizeram um descaso melancólico para com os nosso anzóis, ou talvez estivessem em Ibirajuba num concerto de Beethoven. Um feriado de 15 de novembro para se esquecer, cheio de náuseas de paralelepípedos e hinos da independência. O sol quase comeu os meus neurônio, eu disse quase! Se não fosse meu excesso de lixo na cabeça, o quase não existia. E em meio a tanta aflição, vos digo: Sábios são os bêbados que descansam nas sombras das Craibeiras do rio da Chata, e foi tudo isso e muito menos o meu feriado.
Se é que vocês me entendem 


    

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

A 26 DE MARÇO
Na Rua 26 de Março no Mutirão tudo é magnifico, diferente.
E eu vos digo o porquê. Nas manhãs ali, parece que o sol chega sorrindo e dá um bom dia.
Que rua simples, e tão singela, chega lembrar um humilde jardim. E o mais interessante, é que a tarde os vizinhos conversam nas calçadas e isso é bom. Já a noite até os gatos e os cachorros se cumprimentam, e há harmonia entre eles.
Na Rua 26 de Março no Mutirão, a própria lua tem alma de menestrel, e os grilos e vagalumes são verdadeiros boêmios da noite. 
Só a rua 26 de março têm ópera no orvalho da madrugada, e a vida e tão linda. E os seus moradores, vivem felizes, Pois a Rua 26 de março no Mutirão, e um mar em flor para a posteridade.
Se é que vocês me entendem. 


quinta-feira, 10 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

COCADAS DA SAUDADE
Ingredientes: doce lembrança, saudade eterna e recordações que matam. 
Além de tudo isso minha mãe usava coco ralado e açúcar, botava tudo junto em uma panela no fogo de lenha, até dá o ponto.
Quando dava o ponto mamãe dizia "Agora vou preparar às cocadas". Colocava aquele caldo grosso e ainda quente em uma tábua, depois cortava em várias partes iguais, pronto, só falta esfriar, eis ai uma eternidade.
A brincadeira no terreiro só encerrava, quando mamãe dizia, "podem vim", que delicia.
Que vida simples e tão boa, nossa riqueza era apenas cocada e a água fria do pote e mais nada.
Se é que vocês me entendem.