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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

A CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

A crônica do meu sentimento

OUTRORA
A principal pracinha da cidade, era todinha em terra, não se tinha uma única colher de cimento. E os meninos brincavam com bolinha de gude (ximbra) na terra solta de tão feliz pracinha.
Aqueles mais nobres, se davam ao luxo de comprarem algodão-doce, eu não podia comprar aqueles coloridos e tão sonhados objetos de desejo. "Olha o verde, o rosa é lindo, e o azul... Que delícia. Quem sabe um dia, não podemos ter uma fábrica de algodão-doce em?
Enquanto o jogo de bolinhas de gude (ximbra) o sino da igreja matriz fazia sua canção dominical convidando os fieis, orai e rezai, oh filhos de Deus, para que o dia possamos ter uma vida tão colorida como se fosse um céu todinho de algodão-doce.
Se é que vocês me entendem.


 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

NO 15 DE NOVEMBRO
Desobedecendo o meu nariz assado e os antidepressivos, nesse feriado mequetrefe, aceitei o convite do meu primo e foi pescar no rio da Chata, em uma manhã chata, com toda certeza às Pupilas do Senhor Reitor reprisadas, teria muito mais graça. 
O peixes, fizeram um descaso melancólico para com os nosso anzóis, ou talvez estivessem em Ibirajuba num concerto de Beethoven. Um feriado de 15 de novembro para se esquecer, cheio de náuseas de paralelepípedos e hinos da independência. O sol quase comeu os meus neurônio, eu disse quase! Se não fosse meu excesso de lixo na cabeça, o quase não existia. E em meio a tanta aflição, vos digo: Sábios são os bêbados que descansam nas sombras das Craibeiras do rio da Chata, e foi tudo isso e muito menos o meu feriado.
Se é que vocês me entendem 


    

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

A 26 DE MARÇO
Na Rua 26 de Março no Mutirão tudo é magnifico, diferente.
E eu vos digo o porquê. Nas manhãs ali, parece que o sol chega sorrindo e dá um bom dia.
Que rua simples, e tão singela, chega lembrar um humilde jardim. E o mais interessante, é que a tarde os vizinhos conversam nas calçadas e isso é bom. Já a noite até os gatos e os cachorros se cumprimentam, e há harmonia entre eles.
Na Rua 26 de Março no Mutirão, a própria lua tem alma de menestrel, e os grilos e vagalumes são verdadeiros boêmios da noite. 
Só a rua 26 de março têm ópera no orvalho da madrugada, e a vida e tão linda. E os seus moradores, vivem felizes, Pois a Rua 26 de março no Mutirão, e um mar em flor para a posteridade.
Se é que vocês me entendem.