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quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica de Mário Santos

ENRASCADO
Hoje um sujeito metido a besta, fez-me a seguinte pergunta: "Quem nasce na rua 26 de março no Mutirão, como se chama?" Respondi: Vigésimo Sextano Marciliano! Certo disse ele. Confesso não sei. Mas pode ser. Eu vos digo, nunca amarrei o meu burro na sombra, quando o assunto é gramática, ou matemática, ou a diferença entre os machos e às fêmeas dos cupins. Ainda bem, que a escola Manoel Moreira da Costa, ensinou-me vogais e consoantes, e descobri que o antônimo de saber, é fazer perguntas fora do contexto do hino nacional.
Mas só por curiosidade. sabes tu, como se chama quem nasce no Azerbaijão?
Se é que vocês me entendem. 


terça-feira, 13 de dezembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

IBIRAJUBA DO MEU TEMPO
Enquanto os mais afortunados tomavam um bom refrigerante com cachorro-quente no Bar de Seu Onofre, e os boêmios curtiam a discoteca na Sede Social, nós os meninos pobres da velha Ibirajuba, estávamos nas ruas jogando bola, isso mesmo no meio da rua. Depois íamos tomar banho no poço. E tudo isso era tão lindo. 
Nas belas histórias, que sempre começavam com o "Era uma vez"... meus sonhos sempre me levavam a escola Manoel Moreira da Costa. "Meus Deus, quantos refrescos tenho que tomar e dona Maria de Zé Izidoro, até eu ser um dia aluno daquele recinto escolar"?  Às poucas moedas que mamãe mim dava, eram juntadas para dá uma voltinha nas bicicletas alugadas a seu Zé de Severinho. "Pedala menino, que a vida nada mais é, que um rosário de coco e bolinho de goma, comprados na feira livre toda sexta-feira. No mercado público, havia um cinema, os filmes de Bang-bang e Bruce Lee, eram verdadeiras fantasias esplêndidas para a meninada que assistiam os filmes e depois saiam para brincar de Artista. A noite, um banho, um pãozinho com manteiga e café... e dormir, achando que o dia foi pouco. E minha história continua.
Se é que vocês me entendem. 


PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS REPUDIA VANDALISMO EM BRASÍLIA.

O presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP-AL), repudiou os atos de vandalismo de grupos bolsonaristas na noite de ontem em Brasília.

"A capital federal recebeu cidadãos de todo o Brasil que, há mais de um mês, vem se expressando de maneira ordeira. Repudio veemente a desordem, a violência e o risco à integridade física ou de patrimônio público e privado."

Os comentários de repudio sobre os episódios de ontem, que incluíram veículos queimados e uma tentativa de invasão de sede da PF (Polícia Federal), foram feitos por Lira em publicações no Twitter.

"Nossa tradição democrática passa pela ordem e pela paz."

O QUE ACONTECEU?
Os ataques começaram depois de o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, determinar a prisão temporária de José Acácio Serene Xavante, pelo prazo de dez dias, por suspeita de ameaça de agressão e de perseguição contra o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
fonte: Uol Notícias.