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domingo, 25 de dezembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

É NATAL
Uma estrela nos guia no meio da noite, somos pastores. 
Antes da madrugada chegar, encontraremos a salvação. 
Nossa vigília nos deu o Messias, o Deus em forma de Homem, que um dia a brisa celestial, o levou ao nosso quarto.
E nesse Natal, Ele virá novamente, restaurando toda a nossa vida. Nossa alma vive e sobrevive, através do nascimento e vida do Menino Messias.  

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS


IBIRAJUBA, TE OBSERVEI E FALEI-TE

Lugar seco de clima muito quente.
Estradas esquisitas.
Mas um povo pacato, amigo, hospitaleiro. Que gostam de sorrir com facilidade.
Cidade bela.
Uma praça imponente, onde os pardais forma um lindo coral em suas árvores que se transformam em palanques, para esses sublimes cantores.
Tua capela repleta de fiéis, mostra a esperança e a fé dessa gente.
Teu grande açude de águas cristalinas, onde me banhei por muitas vezes na minha infância.
Crianças que seguem em marcha rápida para a escola, onde aprendi o ABC.
Na sexta-feira quero compra quebra-queixo e bolinhos de goma na tua feira livre.
Ó Ibirajuba, sou teu filho, me viste nasce e crescer em teus braços e, hoje aqui estou proclamando tuas maravilhas.
Teus filhos, que estão longe de ti, anseiam pelo teu afeto.


CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

59 ANOS
Hoje 20 de dezembro do ano de 2022, Ibirajuba fará 59 anos de emancipação política. Mas, nem sempre fomos Ibirajuba. Nascemos Gameleira; e com o passar do tempo, lavramos a terra, trabalhamos, crescemos, e Deus nos deu Ibirajuba, cidade do padroeiro Santo Isidro. e vos digo; "Que povo de tão grande fé." Vale a pena visitar nossas praças (agora em reforma) e ficar um bom tempo, vendo a lua cochichando nas águas do açude. Sim, eu que voltar ao passado, e fazer aquela roda de amigos na Avenida Tenente Xavier de Araújo, jogar conversa fora, ouvindo os grilos e vendo o voo da coruja da Igreja Matriz.
Nesses 59 anos, vivemos uma vida simples, tomando um cachacinha nos botecos, e comendo cocada com água do pote, em nossa feira livre na sexta-feira. Meu Deus, minha alma têm necessidade de viver e morrer em Ibirajuba. Se não tive fome, nem sede, foi minha terra mãe (Ibirajuba), que me saciou de todas necessidades. Que Deus abençõe, cada palmo da terra Ibirajuba, cada vida, cada alma de nossa gente. Ora! E se assim for, não tomarei nota de mais nada, apenas acordarei bem cedo, e direi a Deus: Senhor abençoai minha Ibirajuba, e dai-lhe 100, 200 mil anos de vida. E bem quieta, minha alma assim dirá daqui a alguns milênios. "OBRIGADO SENHOR".
Se é que vocês me entendem.