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quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

REI PELÉ MORRE AOS 82 ANOS DE IDADE.

Pelé foi considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos.
O mundo da bola se despede hoje de Edson Arantes do Nascimento PELÉ. Ele foi vítima de um câncer generalizado pelo corpo, ele estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 28 de novembro, para reavaliação da quimioterapia contra o tumor de cólon e o tratamento de uma infecção respiratória. Pelé foi diagnosticado com câncer em setembro de 2021 e no começo deste ano se internou no Albert Einstein para dar continuidade à quimioterapia. Nos últimos dias, Pelé estava debilitado e nesta quinta-feira sofreu falência múltiplas dos órgãos. 

Pelé foi considerado rei pelos seus gols, dribles, jogadas e títulos, mas também foi craque ao entender que poderia ser muito mais do que o atacante do Santos, seleção brasileira ou Cosmos. Com seu talento dentro e fora dos gramados, Pelé virou sinônimo de futebol, de arte, de seleção brasileira, de sucesso e principalmente de Brasil. Não por acaso foi eleito Atleta do Século XX.

Longe das quatro linhas, Pelé viveu uma vida de pop star, talvez o primeiro do futebol. Não foi um jogador festeiro, mas cumpriu inúmeras agendas com patrocinadores e compromissos sociais. Como todo famoso, teve sua vida pessoal vasculhada, principalmente nos seus romances, que não forma poucos. Ao todo, se casou três vezes, sendo uma das celebrações no Recife. Além disso, teve sete filhos. Sem falar que namorou a apresentadora Xuxa na década de 80, em um dos romances mais badalados da época.

Pelé também tentou aproveitar a sua imagem para investir nas artes e na música. Gravou discos e participou de diversos filmes. Nada, porém, que fizesse o torcedor se esquecer do gigante e eterno jogador que foi Pelé.

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

VIDA SIMPLES
Correr para curral logo cedinho e tomar uma caneca de leite com açúcar.
Ir para escola sem nenhum compromisso com às borboletas e ás lagartixas. 
Se chove, coloco os pés na lama, tomando banho na chuva. Conto os relâmpagos e trovões escondido debaixo do lençol, o toc, toc da goteira, me fazia ter saudade dos vaga-lumes da noite passada.
Uma casa simples, meu pai, minha mãe o o cachorro Dick no alpendre, meu Deus eu tinha tudo isso.
O fogão de lenha acesso, feixes de marmeleiros par trás da porta, meu primo Garibaldi, tomando uma cachacinha no boteco do vizinho, rindo de tudo.
A escola era um jardim do Éden, que filosofia tão doce. A professora nos alertava: "Se preparem um dia vocês vão estudar no Manoel Moreira da Costa". Oxalá! tia fosse agora. Um caderno, um lápis e um livro, o cabeçalho, etc., etc., etc. As histórias de trancoso, o blá, blá, bla dos gatos debaixo de uma mesa, o candeeiro quase apagado, sonhos de algodão-doce e mariolas, e uma pobre rã no pé da jarra de água.
Não passar fome, nem frio e ter uma casa, isso foi tudo de bom, em uma vida tão boa.
Se é que vocês me entendem.




terça-feira, 27 de dezembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

FRAGMENTOS
Escrevendo, divido os meus sentimentos.
Sei que todos nós temos méritos e temos falhas imperdoáveis.
Na escolha entre a qualidade e o defeito, prefiro o lado bom das pessoas, às qualidades.
Para que a lua exista, as trevas têm que existir. Luz e escuridão são inseparáveis, uma depende da outra.
Os homens buscam a vã glória, a grandeza que os leva a morte. A morte física e a decadência espiritual.
A salvação tá na arte de escrever.
Quando usamos às letras vida e morte são apenas filosofias banais, de autores ébrios.
O cálice da louca sabedoria.
Se é que vocês me entendem.