Carregando...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

CONTROLODARIA GERAL DA UNIÃO VAI TIRAR SIGILO DE CARTÃO DE VACINA DE BOLSONARO

A controladoria Geral da União (CGU) vai retirar o sigilo imposto sobre o cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro até sexta-feira (17/2). A divulgação caberá ao Ministério da Saúde.

Resistente à imunização contra a covid-19, Bolsonaro - que disse não ter se vacinado - impôs sigilo de um século sobre o documento e alegou privacidade. A informação sobre a liberação do sigilo foi divulgada pelo site Metrópoles e confirmada pelo Estadão. Os registros do cartão de Bolsonaro deverão ser repassados, inicialmente, a pessoas que requisitaram os dados via Lei de Acesso à Informação (LAI).

Na semana passada, ao ser questionado sobre a divulgação do cartão, o ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, afirmou que dados pessoais de pessoas públicas poderão ser divulgados em determinadas circunstâncias. "Dados pessoais podem vir a público se houver interesse público manifesto", disse.
fonte: Noticias ao Minuto

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

PALAVRAS CRUZADAS
Amor, só o de pai e mãe. O resto são apenas secos e molhados. 
Proclamai o quadrúpede rei, que às bestas acenderão velas para Belzebu. 
A pequena diferença entre os livros, algodão doce e um pão com manteiga, está apenas nos dentes do individuo que os têm.
Muitos antes do suicídio de Vargas, o palhaço era julgado pelo o nariz, hoje em dia, poucos homens têm nariz.
A nossa democracia tem tanta democracia que os padeiros ficam indecisos, entre a bolacha e o pão.
Se ainda hoje existem sujeitos de rabo presos, avisai às mulas poliglotas que o Tiradentes morreu com sapatos de figurinhas de golfinhos.
Meu último desejo, antes de ir à lua, é encontrar alguém que tenha o nome de Nabucodonosor, registrado em cartório, com duas testemunhas, um cachorro e um gato
Escrevo a noite, deu-me um sono profundo.
Sabes tu que Fagner, também é Raimundo.
Se é que vocês me entendem.  



GOVERNO LULA DECIDE CONCEDER REAJUSTE ADICIONAL NO SALÁRIO MÍNIMO A PARTIR DE MAIO.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu conceder um reajuste adicional no salário mínimo em 2023. Com isso, o piso nacional dever ser elevado dos atuais R$ 1.302 para R$ 1.320 a partir de 1° de maio - data simbólica por ser dia do Trabalho.

A possibilidade de um aumento extra no salário mínimo já vinha sendo admitida por integrantes do Ministério da Fazenda nas últimas semanas. Nesta terça-feira (14/2), o ministro Fernando Haddad foi questionado por jornalistas sobre o novo reajuste, mas disse que apenas que "o presidente vai anunciar".

Segundo interlocutores ouvido pela Folha, o novo valor já foi alinhado entre Lula e ministros do governo.

O aumento extra estava em discussão desde o período da transição, já que a equipe de Lula queria imprimir sua marca no início do primeiro ano do mandato e conceder um reajuste maior do que o originalmente proposto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foi inclusive Bolsonaro quem assinou a MP (medida provisória) que fixou o valor atual do salário mínimo, de R$ 1.302, que acabou tendo um reajuste rela de 1,4% devido à inflação menor que a projetada inicialmente em 2022.

A equipe de Haddad preferia manter o salário mínimo inalterado em 2023, para evitar maior impacto sobre as contas no momento em que busca melhorar a situação fiscal do país. O principal argumento dessa ala é que o valor, em vigor desde 1° de janeiro, já representa um aumento real em relação ao ano passado. 

"Em primeiro lugar, o compromisso do presidente Lula durante a campanha é aumento real do salário mínimo, o que já aconteceu", afirmou Haddad em 12 de janeiro. " O salário mínimo atual é 1,4% maior do que a inflação acumulada a partir do último reajuste". 
Já os defensores do novo reajuste consideram que a medida é um cartão de visitas importante do presidente para sua base eleitora, dando que o salário mínimo foi um tema bastante explorado durante a campanha. Lula promete retomar a política de valorização adotada em governos do PT, com reajustes acima da inflação. 
Fonte: Folha de São Paulo.