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sábado, 27 de maio de 2023

FINALISTAS DECIDIDOS

Na noite desta sexta-feira (26/5) na Quadra Poliesportiva Manoel Evaristo Sobrinho em Ibirajuba, foi realizada a semifinal do Campeonato Intermunicipal de Futsal de Ibirajuba.

Na primeira jogo a equipe FUTSAL CACHOEIRINHA enfrentou a equipe do MEU PSG. Uma partida digna de uma semifinal e da rivalidade futebolista entre Ibirajuba e Cachoeirinha. Ambas equipes entraram como franca atiradoras, e os goleiros fazendo grandes defesas. Ao final do tempo regulamentar o jogo terminou empatado em 4 a 4, placar justo que levou a decisão para decisão por pênaltis que ficou com o seguinte resultado. Futsal Cachoeirinha 2 x 3 Meu PSG. 
Com esse resultado nos pênaltis MEU PSG garantiu a vaga na final.

Marcaram para Futsal Cachoeirinha
Tempo regulamentar: RODOLPHO; JOSENILDO RICARDO; JARDIEL e DIGO.   
Decisão por Pênaltis: PEDRO VITOR; JOSENILDO RICARDO. 

Marcaram para Meu PSG
Tempo regulamentar: LEANDRO; LUAN FELIPE (3)
Decisão por Pênaltis: ALEXANDRE; LEANDRO e RANDOLFO

No segundo jogo a equipe OS GALÁCTICUS encarou a equipe do BORUSSIA METABASE. O Borussia Metabase veio desfalcado do seu treinador e em quadra não apresentou o futebol que jogou durante todo o campeonato, mesmo assim criou grandes chances de gol obrigado ao goleiro do Os Galácticos fazer grandes defesas, e em outras chances a bola não entrou. Por outro lado a equipe dos Galácticos que fizeram uma boa partida e transformaram as oportunidades em gol, e saíram vencedores pelo placar de 3 a 0. com gols de PAULO RICARDO; WIDNEY FERNANDO e JOSÉ RODRIGO.

As finais estão marcadas para próxima sexta-feira (2/6) na Quadra Poliesportiva Manoel Evaristo Sobrinho; 
Às 19:00 - Hs - Decisão do 3° Lugar FUTSAL CACHOEIRINHA e BORUSSIA METABASE

Em seguida a final: MEU PSG e OS GALÁCTICUS.

 

CRÔNICA ESPORTIVA.


"NA FINAL"
Da última grande guerra mundial para cá, o Bairro do Mutirão nunca viu tamanha glória igual a essa, o "Meu PSG tá na final do campeonato de Futsal. Sim, o time do Mutirão nos deu, paletó e gravata e pôs em nossa boca, um sorriso de orelha a orelha e isso foi como um sonho bom! Os moradores do nosso bairro (Mutirão), estão tão felizes, que são capazes de, pegarem os jogadores do "Meu PSG, e desfilarem com eles, em uma bandeja de rua em rua. Escutai, escutai oh Ibirajuba! O Mutirão, não têm apenas um time, não. O Meu PSG é a casa, a comida, uma entidade espiritual do nosso bairro. A classificação para a grande final, veio nos pênaltis, porque tudo para nós, é assim: na garra, no suor onde nossa alma geme, estrebucha até que venha a Glória. E que venha a grande final!!! Todos os moradores do bairro do Mutirão estarão lá na quadra torcendo, berrando e dando honrarias aos nossos atletas. Amigos: O Meu PSG tornou-se para nós do Mutirão: "Um amor que transcende a vida e a morte" e vai para o além do tudo, e de todos! Feliz é o Bairro do Mutirão que têm o Meu PSG para todo o sempre, amém! E eu, aqui na rua 26 de março (no Mutirão) enfim: tenho um time, que levarei na memória eternamente.


sexta-feira, 26 de maio de 2023

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

ESSÊNCIA
Há 20, 30 anos atrás, o futebol, tinha a essência do Bocage dentro e fora de campo. A malandragem, o juiz gatuno, e o torcedor que xingava até os deuses da grama verde. Eram personagens que davam um brilho paterno ao nosso futebol. O futebol no domingo, tinha o voto de aprovação até de Pero Vaz de Caminha. Se não fossem essas coisas, vinda do extra campo. Os chupadores de laranja, nunca teriam sido testemunhas das vírgulas e reticências catalogadas da pelada ao Pelé, e vos digo amigos, a apoteose futebolística, clama pela malandragem dos meninos que chegam no Estádio Severiano Gomes. Os centroavantes extraíam a a bola do adversário como se ela fosse um dente da boda de um vira-latas. O juiz ladrão era ovacionado pelo o time vencedor. Hoje, a modernidade têm um efeito como se fosse um bomba e em muita das vezes, em jogos com o placar de zero a zero o almirante desejou ser um grilo, ou um om Juan, ou um bêbado. Mas que nunca, tomemos um copo d'água, sem antes se fazer uma retrospectiva dos gols válidos na história de um clube, gols de mãos, gols de impedimentos. Esse era o tempero da farra da bola. Os ganhadores se achavam felizes por Deus, já os perdedores, se sentavam no chão, sentindo-se roubados. Essa é a essência do futebol, viver e sobreviver, do 8 aos 80, do preto no branco, ou vice-versa. A arte em forma de malandragem que dá cambalhotas na tecnologia satânica, do tudo certinho no futebol, um assassinato na fórmula da magia do esporte mais importante do homem primitivo. Até a chegada do tal do VAR.