Da última grande guerra mundial para cá, o Bairro do Mutirão nunca viu tamanha glória igual a essa, o "Meu PSG tá na final do campeonato de Futsal. Sim, o time do Mutirão nos deu, paletó e gravata e pôs em nossa boca, um sorriso de orelha a orelha e isso foi como um sonho bom! Os moradores do nosso bairro (Mutirão), estão tão felizes, que são capazes de, pegarem os jogadores do "Meu PSG, e desfilarem com eles, em uma bandeja de rua em rua. Escutai, escutai oh Ibirajuba! O Mutirão, não têm apenas um time, não. O Meu PSG é a casa, a comida, uma entidade espiritual do nosso bairro. A classificação para a grande final, veio nos pênaltis, porque tudo para nós, é assim: na garra, no suor onde nossa alma geme, estrebucha até que venha a Glória. E que venha a grande final!!! Todos os moradores do bairro do Mutirão estarão lá na quadra torcendo, berrando e dando honrarias aos nossos atletas. Amigos: O Meu PSG tornou-se para nós do Mutirão: "Um amor que transcende a vida e a morte" e vai para o além do tudo, e de todos! Feliz é o Bairro do Mutirão que têm o Meu PSG para todo o sempre, amém! E eu, aqui na rua 26 de março (no Mutirão) enfim: tenho um time, que levarei na memória eternamente.
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sábado, 27 de maio de 2023
sexta-feira, 26 de maio de 2023
CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.
Há 20, 30 anos atrás, o futebol, tinha a essência do Bocage dentro e fora de campo. A malandragem, o juiz gatuno, e o torcedor que xingava até os deuses da grama verde. Eram personagens que davam um brilho paterno ao nosso futebol. O futebol no domingo, tinha o voto de aprovação até de Pero Vaz de Caminha. Se não fossem essas coisas, vinda do extra campo. Os chupadores de laranja, nunca teriam sido testemunhas das vírgulas e reticências catalogadas da pelada ao Pelé, e vos digo amigos, a apoteose futebolística, clama pela malandragem dos meninos que chegam no Estádio Severiano Gomes. Os centroavantes extraíam a a bola do adversário como se ela fosse um dente da boda de um vira-latas. O juiz ladrão era ovacionado pelo o time vencedor. Hoje, a modernidade têm um efeito como se fosse um bomba e em muita das vezes, em jogos com o placar de zero a zero o almirante desejou ser um grilo, ou um om Juan, ou um bêbado. Mas que nunca, tomemos um copo d'água, sem antes se fazer uma retrospectiva dos gols válidos na história de um clube, gols de mãos, gols de impedimentos. Esse era o tempero da farra da bola. Os ganhadores se achavam felizes por Deus, já os perdedores, se sentavam no chão, sentindo-se roubados. Essa é a essência do futebol, viver e sobreviver, do 8 aos 80, do preto no branco, ou vice-versa. A arte em forma de malandragem que dá cambalhotas na tecnologia satânica, do tudo certinho no futebol, um assassinato na fórmula da magia do esporte mais importante do homem primitivo. Até a chegada do tal do VAR.
quinta-feira, 25 de maio de 2023
CRÔNICA ESPORTIVA
O árbitro aponta para o meio do campo, fim de jogo.
Meu Deus! Zero a zero; 90 minutos (mais os acréscimos do árbitro) de bola rolando e ninguém mexeu no placar. Uma partida de futebol que termina sem gols, no mínimo chega a ser uma tragédia, e deviria haver uma punição rígida para os 22 infratores (jogadores). 10% a menos no salário ou coisa desse tipo.
Quando não se têm gols, a torcida sente-se num purgatório, na anti-sala do inferno. Zero a zero, é frustrante, melancólico, uma obturação de dentes a ponto cru. O grito de gol, volta para casa correndo na veias, podendo nos levar a um infarto fulminante.
Sei lá! Mas acho que o zero a zero, tinha que ser banido do futebol, se não saísse gols durante o tempo regulamentar da partida, o padre e o sacristão, os pastores, budistas, espíritas e ateístas seriam responsáveis por cobranças de pênaltis, até que houvesse um vencedor. O gol é sagrado, e quando não acontece, há uma profanação explícita que o maldito zero a zero fizera, diante daqueles inocentes olhos, que quase pulam da cara, na esperança de verem às redes balançarem.
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