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domingo, 24 de setembro de 2023
sábado, 23 de setembro de 2023
CRÔNICA ESPORTIVA
O JOGO
(Independente x Meu PSG)
Nos botecos e nas ruas do bairro do Mutirão, e do Alto de São Francisco, o único assunto é o jogo do INDEPENDENTE e o MEU PSG. Para alguns centauros, o Meu PSG é o time da torcida Paulina Bonaparte, e não é; pelo contrário, o Meu PSG ó time das massas, em outras palavras das multidões.
E o bairro do mutirão, assim declara.
E o seu adversário? Sim o Independente do Alto, será tratado tomo se fosse um profeta de São Francisco de Assis. Agora, modéstia à parte, o Meu PSG não dará sua hóstia sagrada a ninguém, nem mesmo aos servos do Santo de nossa Vila. Em suma: o time do bairro do Mutirão, se preciso for, dará todo sangue e suor em sacrifício, só para alcançar a vitória.
O estádio Severiano Gomes, terá um grande dia no jogo Independente e Meu PSG, e às multidões darão cambalhotas e chuparão laranja nas margens do açude só para verem a apoteose das chuteiras e da bola escritas pelos os pés dos jogadores do Independente e do Meu PSG. E eu vos digo: Será um jogo onde até os pardais das igrejas de Ibirajuba e do Alto viverão para todo o sempre, no estádio Severiano Gomes.
DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO: ENTENDA O PRÓXIMO PASSO DO STF
Com pedido de destaque do ministro Luís Roberto Barroso, o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) dobra a descriminalização do aborto será transferido do plenário virtual para o físico.
Não há data para a retomada da discussão, o que depende da inclusão do processo na pauta pela presidência da Corte. A tendência é que o caso seja mantido na gaveta por algum tempo.
A mudança no ambiente decisório não afeta o voto da ministra Rosa Weber, atual presidente do STF, que defendeu o direito de interrupção voluntária da gestação até a 12ª semana (3 meses). Ela é a relatora da ação.
A ministra pautou o processo para garantir que pudesse deixar o voto registrado antes de sua aposentadoria. Ela deixa o tribunal no final deste mês, quando completa 75 anos. Barroso vai sucedê-la na direção do tribunal.
Interlocutores de Rosa Weber avaliam que a presidente do Supremo não queria abrir mão do voto em uma pauta importante para as mulheres, sobretudo por saber que corre o risco de ser sucedida por um mais um homem no STF. A indicação do novo ministro cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que apesar das pressões de setores progressistas tem resistido a usar o gênero como critério para filtrar os candidatos.
Rosa Weber conseguiu deixar o voto porque o Supremo aprovou, em junho de 2022, a regra que permitiu que votos lançados na modalidade virtual por ministros que, posteriormente, deixaram o cargo serão válidos mesmo com a imigração para o plenário físico. O regime interno do STF define que a votação precisa ser retomada no início quando há pedido de destaque.
A ministra defendeu que a mulher deve ter a prerrogativa de decidir se deseja interromper a gravidez, desde que o procedimento seja realizado dentro do primeiro trimestre de gestação. "Não há falar em proteção do valor da vida humana sem igualmente considerar os direitos das mulheres e sua dignidade em estatura de direitos fundamentais e humanos", escreveu.
Rosa também afirmou que o poder público deve promover e proteger os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e adolescentes a partir da perspectiva da saúde pública. O direito a um procedimento seguro, argumenta a ministra, tende a reduzir os índices de mortalidade materna.
Ela argumentou ainda que as mulheres estão sujeitas a falhas de métodos contraceptivos e, diante desse risco, precisam ter autonomia para decidir seu "projeto de vida".
"A criminalização da conduta de interromper voluntariamente a gestação, sem restrição, não passa no teste da subrega necessidade, por atingir de foram o núcleo dos direitos das mulheres à liberdade, à autodeterminação, à intimidade, à liberdade reprodutiva e à sua dignidade", afirmou a ministra.
fonte: Notícias ao Minuto
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