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sábado, 6 de julho de 2024

CRÔNICA DE MARIO SANTOS.


NA FEIRA

Ontem na feira livre um amigo me abraçava, outro dava-me a mão. Às conversas eram longas. Pastel Caldo-de-cana; bolinhos-de-goma, comer quebra-queixo na barraquinha e tomar água fresquinha no pote que ficava em cima do banco.
A mulher das verduras fazia promoção de alhos e cebolas; o mendigo tinha no rosto um olhar de esperança; as crianças faziam festa no algodão doce.
Em cada bando da feira livre, haviam pessoas sando risadas, compadres e comadres falando de roçado, da chuva dos afilhados.
Feira livre de Ibirajuba, lugar de encontros, onde os poetas e os trabalhadores, contavam a nossa história em forma de Saudade.
Se é que vocês me entendem!!!


sexta-feira, 5 de julho de 2024

PREFEITURA DE IBIRAJUBA INAUGURA PRAÇA.

Na manhã desta sexta-feira (5/7) a prefeita do município de Ibirajuba inaugurou a requalificação das praças Agamenon Magalhães e José Inácio de Sobral que localizada no centro da cidade. A cerimônia de inauguração foi realizada pela manhã no novo coreto que foi construído na praça, onde esteve presente a Prefeita, vereadores e secretários e demais autoridades do município e população em geral.

As obras de Requalificação das praças foi uma parceria do governo do estado de Pernambuco através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e da prefeitura Municipal de Ibirajuba.

A praça Agamenon Magalhães recebeu novos canteiros, área de passeio arborização e banheiros; na Praça José Inácio de Sobral foram também recebeu área de passeio e foi transformada é uma praça de alimentação com a construção de quiosques.

Durante seu discurso a Prefeita do Município Maria Izalta, falou de vários projetos que serão feitos na cidade.

quinta-feira, 4 de julho de 2024

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

FILOSOFIAS

Não dou conselhos a ninguém. 
Não quero saber de festas, doces, queijos e refrigerantes odeio-os. 
Não vejo nos filhos de hoje, respeito e educação... eles, já não usam pedir a bênção aos pais.
Em meu tempo, um pai e uma mãe, eram reis, imperadores; Hoje são escravo dos remédios, dos óculos e da gastrite.
Hoje minha alma morre de saudades do meu pai; o seu quarto, ainda têm o seu cheiro, cada foto sua tem o raio-x dos dias, dos meses e dos anos que passamos juntos.
O cemitério tornou-se para mim, a casa onde meus pais nunca estiveram lá.
Lê um livro, catalogar passarinhos, isso é para os sábios, para aqueles que podem numa sexta-feira a noite, quase dormindo, olhar para às estrelas e dizer: "Ó Deus, dai muitos anos de via a pai e mãe." 
Agora olho para o relógio e sinto que o adeus, é a única palavras que nunca saberei soletrar.
Se é que vocês me entendem!!!