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sábado, 4 de janeiro de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA. #181

 

ARAUTO
 
Logo cedinho, uma fatia de pão, manteiga por cima, um cafezinho escuro e amargo. É já temos 3 padarias na cidade. No entanto, teremos mais um final de semana sem futebol. 
E o pão nosso de cada dia, e a bola sangrando nos pés dos homicidas, quem nos dará? 
Perguntas que sós, quem já bebeu o sangue de uma partida de futebol interminável pode responder.
Outrora, a bandinha de pífanos do Alto de São Francisco responderia, acendendo o furor da torcida do Sport do Alto. Um quadrúpede, disse: Mário Santos quer santificar o futebol de Ibirajuba. Pensei comigo: "Eis a primeira besta que pensa que pode invadir o céu". 

  

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

CRÔNICA ESPORTIVA. #180

 

RETROSPECTIVA 

Durante todo o ano de 2024, nossas palavras foram honestas e verdadeiras. Nunca houve um pretexto fúnebre ou ateísta em nossa crônica. Pelo contrário, foram sempre louvações respeitosas, visíveis, ao nosso amado futebol. Tudo isso feito com paixão e dentro do mais puro espírito esportivo.
 
Elevamos o estádio Severiano Gomes e proporções faraônicos; transformamos as esquinas e os botecos em um berço esplêndido, onde a bola foi celebrada com caldo de nada e pão doce. A Crônica Esportiva de Mário Santos jamais deixou o torcedor ibirajubense sozinho, lambendo rapadura à margem da estrada.
 
Em nossa cidade, já contamos com três padarias, mas o verdadeiro pão nosso de cada dia, quem sempre entregou foi a Crônica Esportiva "CHUTANDO A BOLA". E, para sempre, cada chuteira (ativa ou aposentada) ecoará em uníssono: Amém! 

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

CRÔNICA ESPORTIVA. #179

 

MODÉSTIA À PARTE

Glória a Deus nas alturas e paz aos homens de bom coração, que um dia já beijaram a mão de um líder religiosa no interior do estádio Severiano Gomes. Eis a verdade: nossa Crônica "CHUTANDO A BOLA" dedicou todo o ano de 2024 a consagrar o futebol da cidade, como uma verdadeira hóstia sagrada.
Mário Santos, mestre das palavras, nunca permitiu que a bola ficasse lambendo rapadura à margem da estrada. Nunca! Dos templos religiosos aos botecos mais simples, os nossos artilheiros sempre foram reverenciados, da cabeça aos pés. Sem falsa modéstia, desde os tempos da 2ª grande guerra mundial, ninguém fez mais pelo nosso futebol do que a crônica esportiva "CHUTANDO À BOLA".
É lamentável, porém, que alguns ingratos nunca tenham sequer oferecido um "obrigado' ao velho Mário Santos, Mas Deus, em sua infinita bondade, sempre abençoou o locutor esportivo do querido Sítio Gavião. Quanto aos bípedes que hoje bebem o sangue simbólico da bola, quem sabe, um dia clamarão pela tão sonhada metamorfose do futebol, um esporte que, eternamente, encontra vida nos pés habilidosos de nossos artilheiros e na filosofia sagrada inscrita no gramado do estádio Severiano Gomes.
Tenho fé que 2025 será o ano da redenção, quando até os mais endurecidos de coração e caráter serão transformados pelas linhas poéticas da crônica "CHUTANDO A BOLA".