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segunda-feira, 10 de março de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA. # 201.


SOFRIMENTO

Domingo sem futebol etc., etc. e etc.
Que pena que alguns eruditos de vitrine andam de quatro, leem gibi e rosnam diante da cartomante dizendo: "O domingo foi uma festa".
A bola, é uma santa! Se não fosse, os canalhas domesticados iriam a lua, numa predestinação burra. Em outras palavras "o domingo sem futebol no estádio Severiano Gomes, é uma úlcera primitiva e mais nada.


segunda-feira, 3 de março de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA. #200


200
Lá se vão às letras nos pés do artilheiro. Chuteiras entre às vogais e às consoantes, é gol!
A crônica CHUTANDO A BOLA vai pintando e bordando o nosso futebol.
200 crônicas publicadas, todas elas, sempre foram para mim, um drible na saudade, um chute na emoção.
Toda vez que faço uma crônica, me sinto um artilheiro, ou um pobre piolhento, ou até mesmo, um grande idiota da cabeça aos pés. Não que exista mistério! Tudo é, uma predestinação de Deus, escrevo a crônica, tenho alegria; e isso é bom.
O estádio Severiano Gomes, quase sempre, foi o palco de nossas linhas sagradas. Tenho esse campo municipal, como se ele fosse, uma tarde de saudade ao lado do meu pai, no meu velho Sítio Gavião. SE no meu morrer têm uma crônica CHUTANDO A BOLA, já no meu viver há. 
200 cartas eternas, de uma criação divina.   


sábado, 1 de março de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA. #199.


CATÁSTROFE

Sem o futebol, a cidade nada mais é que o templo de Sansão e Dalila em ruínas. Há uma catástrofe coletiva, uma verdadeira rebelião urbana ou terrena.
Às chuteiras desativadas, chegam a proclamarem, o juízo final da dinastia futebolística. Quem pode nos dá, o caixa postal da emoção de um gol sem o futebol? Ninguém! Como o Estádio Severiano Gomes em silêncio, somos a torre de babel sem freios, descendo na avenida Tenente Xavier de Araújo, em um domingo sem futebol.
Amanhã não havendo a poesia esportiva na cidade, irei tratar minha gastrite com pires de leite. E os mais chegados, ao drácula, ascenderão suas velas no mulungu do açude.