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terça-feira, 25 de março de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA # 209


A OLHO NU

Quantos Joãos Batistas, ou quantas Crônicas CHUTANDO A BOLA serão preciso para a ressurreição das entranhas do futebol cotidiano? O estádio Severiano Gomes, vive nas esquinas, nas farmácias, nos botecos. Até a PE 149 vestiu paletó e gravata, escovou os dentes, botou bons sapatos só para incentivar às chuteiras dos artilheiros.
Não é uma cárie dentária, que vive no anonimato, não, o futebol da cidade é um berro dos anti-imbecis, e até os quadrúpedes da revistinha do horóscopo são unânimes, com esse tratamento a pires de leite, a imortalidade do futebol. O Pavão Misterioso, clama pela a saliva animal que vivifica o fôlego do nosso campo municipal.
E os dráculas, farão, às pazes com Santo Isidro só para explicitar o nosso espírito esportivo.  


  

segunda-feira, 24 de março de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA #208


VERACIDADE
Nenéu morreu! Sim! Agora eu vos pergunto, há lealdade em nossa crônica esportiva? Fazendo das tripas coração, digo-vos: Há lealdade sim, em nossa Crônica! Até hoje, em nosso futebol ninguém foi mais importante que Clemildo Galdino. Não ninguém. Pena que o estádio Severiano Gomes vive, nos becos escuros pedindo um pingo de reconhecimento pelos os Nenéus e outros possessos da bola. 
Mas, com a alma lavada, assassino aqui a modéstia e outros adjetivos de túmulos caiados, e os berros, posso declarar: "A crônica CHUTANTO A BOLA antes da pré-história, já fazia a ressurreição das entranhas do futebol da cidade".
Até que todos os ibirajubenses tenham o reconhecimento, que o nosso futebol é algo inexplicável. Porque corre em nossas vidas, como se fosse o para sempre Viva o futebol da cidade... o futebol de Nenéu, de Mário Santos, de Clemildo Galdino... etc., etc., etc.,...

SUS PASSA A OFERECER TRATAMENTO INOVADOR DE ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL.

Crianças que precisam de tratamento da atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, doença rara que afeta os movimentos do corpo e também a respiração, terão, a partir desta segunda-feira (24/3), acesso a um tratamento inovador e gratuito pelo Sistema Único de Saúde.

O SUS passará a realizar a terapia genética com o medicamento Zolgensma, que na rede particular custa em média R$ 7 milhões.

Para iniciar o tratamento, a família do paciente dever procurar um dos 28 serviços de referência para terapia gênica de AME, presentes nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

O paciente será acolhido e passará por uma triagem orientada pelo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atrofia Muscular Espinhal 5q Tipos 1 e 2, estabelecido pelo Ministério da Saúde. Nas próximas semanas, também será instalado um comitê para acompanhamento permanente dos pacientes que farão o uso do medicamento de dose única.

De acordo com o Ministério da Saúde, antes do acordo, o Zolgensma já era ofertado pelo ministério da Saúde em cumprimento a 161 ações judiciais.

"É a primeira terapia gênica que está sendo introduzida no Sistema Único de Saúde. O SUS passa a fazer parte de um pequeno clube de cinco sistema públicos nacionais no mundo a oferecerem esse medicamento para a sua população", comemorou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A indicação desse tipo de terapia é para pacientes de até 6 meses de idade que não estejam com a ventilação mecânica invasiva acima de 16 horas por dia. De acordo com o Ministério da Saúde, com a incorporação do Zolgensma, o SUS passará a ofertar para AME tipo 1 todas as terapias modificadoras desta doença.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os 2,8 milhões de brasileiro nascidos vivos em 2023, cerca de 287 foram diagnosticados com a doença. Na prática, o tratamento faz uso do medicamento em substituição à função de um gene ausente ou que não está funcionando corretamente.

A incorporação do tratamento foi viabilizado por meio de um acordo firmado com a indústria internacional, que condiciona o pagamento ao resultado da terapia no paciente.

"Vai seguir de forma permanente a avaliação do desempenho do medicamento, da melhoria da vida dessa criança e da vida da família, com marcadores clínicos de avaliação, ao longo do tratamento" explica o ministro.

A AME é uma doença rara que interfere na capacidade de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover. A doença é considerada rara, por atingir menos de 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos.

Na rede pública, os pacientes de AME tipo 2, em outras faixas etárias, são tratados com os medicamentos de uso contínuo nusinersena e risdiplam. Segundo o Ministério da Saúde, em 20224, esse medicamentos tiveram mais de 800 prescrições emitidas para tratamento.
Fonte: NE10