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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

LULA CHEGA A PERNAMBUCO NESTA SEXTA-FEIRA (13/02).


O presidente Lula, que já havia confirmado presença no desfile do Galo da Madrugada, no próximo sábado (14/2), antecipou a vinda a Pernambuco e desembarca no Estado nesta sexta-feira (13/2) para fazer uma visita ao Complexo Industrial e Portuário de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, onde visitará uma fábrica de medicamentos ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Em Suape, a comitiva presidencial visitará as dependências da Aché Laboratórios Farmacêuticos, que anunciou um investimento para expansão da fábrica em 2025. A agenda está marcada para as 15 horas. A agenda integra o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), inserida no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB). O objetivo é aumentar a produção nacional de medicamentos, vacinas e equipamentos médicos, reduzindo a dependência do mercado internacional.

Coma antecipação da vinda ao Estado, Lula agora é esperado no tradicional café da manhã do Galo da Madrugada, realizado antes do desfile, no Forte das Cinco Pontas. Esta agenda, porém, não foi confirmada pelo Palácio do Planalto, O que se sabe é que o presidente assistirá aos desfile no camarote oficial.

Na última quarta-feira (11/2) equipes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) estiveram no Recife ajustando o esquema de deslocamento do presidente até o camarote do Galo e alinhando o planejamento de segurança.

Após acompanhar o Galo da Madrugada, Lula deve seguir para Salvador, onde assistirá ao desfile de trios elétricos em uma camarote ao lodo do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), já confirmara presença na agenda desta sexta-feira.

Cotados como possíveis adversários na disputa pelo Governo de Pernambuco, Raquel e João também dividirão espaço ao lado do presidente no desfile do Galo, e tendem a disputar a atenção do petista na ambiente pré-eleitoral.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

DONALD TRUMP É CONDENADO POR TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO NOS ESTADOS UNIDOS.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado pela Suprema Corte americana por envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. A decisão representa um marco histórico na política do país e ocorre após meses de investigação sobre os eventos que culminaram na invasão do Capitólio em janeiro de 2021. A Corte entendeu que Trump teve participação ativa nos esforços para reverter o resultado das eleições presidenciais.

A sentença foi proferida após análise de provas e testemunhos que indicaram uma tentativa coordenada de impedir a certificação da vitória de Joe Biden. De acordo com os juízes, Trump violou princípios constitucionais ao pressionar autoridades eleitorais e incitar seus apoiadores a agir contra o processo democrático.

A decisão da Suprema Corte não apenas reforça a gravidade dos atos cometidos, como também abre caminho para possíveis consequências legais adicionais, incluindo restrições políticas e criminais. Especialistas apontam que a condenação pode impactar diretamente as eleições futuras e o cenário político nos Estados Unidos.

A defesa de Trump afirmou que irá recorrer da decisão, alegando que o julgamento teve motivação política. Seus advogados sustentam que o presidente apenas exerceu seu direito de questionar os resultados eleitorais e que não houve incitação direta à violência.

A condenação reacende o debate sobre os limites da imunidade presidencial e o papal das instituições democráticas diante de tentativas de subversão do processo eleitoral. Líderes de ambos os partidos se manifestaram sobre o caso, com democratas celebrando a decisão e republicanos divididos entre críticas e apoio.

Analistas políticos ressaltam que a repercussão internacional da condenação pode afetar a imagem dos Estados Unidos como referência democrática. A comunidade global acompanha com atenção os desdobramentos e possíveis consequências diplomáticas.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

KASSAB DESCARTA APOIAR REELEIÇÃO DE LULA E MANTÉM PLANO DE CANDIDATURA PRÓPRIA DO PSD.


O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou nesta segunda-feira (9/2) que já comunicou ao presidente Lula (PT) que a sigla não apoiará sua candidatura à reeleição neste ano. Segundo Kassab, a decisão já foi apresentada diretamente ao petista em conversas anteriores.

Apesar de o PSD comandar três ministérios no governo - Pesca, Minas e Energias e Agricultura, Kassab já afirmou em algumas ocasiões que o PSD não integra formalmente a base governista. Segundo ele, as indicações para as pastas foram feitas por quadros do partido, sem compromisso político com o Planalto.

"Nunca fechamos questão em relação a nenhum tema, mas nós não vamos caminhar com ele (Lula). Eu entendo que nossa proposta é diferente", disse Kassab. "Tem o nosso respeito essa vontade dele, mas ele sabe, porque eu mesmo já disse a ele, que nós não caminharíamos juntos. Nós vamos ter o nosso caminho", afirmou o presidente do PSD.

A declaração ocorre num momento em que o PSD já tem três nomes colocados para a disputa presidencial: os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ronaldo Caiado (Goiás) e Ratinho Junior (Paraná). Kassab tem reiterado que o partido não pretende integrar uma frente de apoio ao projeto de reeleição de Lula.

A estratégia nacional do PSD, no entanto, convive com divisões internas. Parte dos diretórios estaduais, especialmente no Nordeste, já sinalizou apoio à reeleição de Lula, mesmo diante da intenção do partido de lançar candidatura própria. Dirigentes reconhecem que, ainda que o PSD leve um nome ao primeiro turno, não há hoje unidade nacional em torno de um projeto presidencial único.

Na sexta-feira, (6/2), em evento com o presidente Lula, na Bahia, o senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que o PSD apoiará a reeleição do presidente.

"O PSD da Bahia tem 115 prefeitos, mais de 50 vice-prefeitos, vários vereadores. Tem muito PSD aqui, eu não sei quantos vieram. Mas os que vieram aqui, sem dúvida nenhuma, e os que não estão aqui, podem levantar para dizer, nós estamos com o Lula", disse.

Kassab afirmou que a última conversa com Lula ocorreu durante um almoço, do qual participaram Otto e Antônio Preto, ex-deputado português do PSD. Segundo Kassab, o presidente convidou para o encontro os três ministros indicados pelo partido, além do senador Jaques Wagner (PT-BA) e da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. De acordo com ele, a reunião transcorreu de forma "muito respeitosa".

Também o secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, Kassab voltou a citar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) como uma liderança nacional relevante no centro-direita. O governador já descartou concorrer ao Planalto em 2026 e tem reafirmado que buscará a reeleição em São Paulo.

O dirigente partidário explicou que sua preferência por Tarcísio se baseia no fato de ele ser chefe do Executivo paulista, o que lhe confere uma "presença nacional muito mais forte", o que garante uma 'velocidade inicial' mais alta na corrida eleitoral.

De acordo com ele, as pesquisas refletem essa diferença: enquanto leite, Caiado e Ratinho aparecem com percentuais entre 5% e 13%, em razão da menor visibilidade nacional. Tarcísio largaria em torno de 25%, o que classificou como um diferencial muito expressivo.

O líder do PSD ressalvou, no entanto, que o momento para uma candidatura presidencial do governador pode passar. Ele é o melhor candidato, o mais bem preparado, governador de São Paulo, faz um excelente gestão. E, muito possivelmente, o PSD é o único partido que está firme com ele desde o primeiro momento, seja como candidato a a governador, seja como candidato a presidente", continuou Kassab, "É melhor candidato sob todos os aspectos. Mas, não sendo, o tempo trabalha contra, é evidente". 

Kassab afirmou que o partido trabalha com a premissa de que a candidatura presidencial do PSD será definida entre os três governadores da legenda, a partir de critérios como desempenho em pesquisas e viabilidade política. Segundo ele, a definição do nome e da eventual composição da chapa deve ficar para um momento mais adiante do calendário eleitoral.

O presidente do PSD disse ainda que o tempo de televisão deixou de ser um fator decisivo nas campanhas, o que permite ao partido considerar uma candidatura própria, inclusive sem alianças. Uma eventual composição com outras siglas, acrescentou, seria uma novidade para o partido.
Fonte: Jornal do Commercio.