A definição da ex-deputada federal Marília Arraes de disputar o Senado em 2026 ganhou um novo desdobramento político após a confirmação de que ela não integra mais a federação formada entre PRD e Solidariedade.
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terça-feira, 3 de março de 2026
segunda-feira, 2 de março de 2026
MARÍLIA ARRAES GARANTE CANDIDATURA AO SENADO, MESMO SEM DEFINIÇÃO DA CHAPA: "NÃO VOLTO ATRÁS".
A ex-deputada federal Marília Arraes confirmou, neste domingo (1/3), que será candidata ao Senado nas eleições de 2026 afirmou que a decisão é irreversível.
A declaração encerra especulações sobre uma possível desistência para abrir espaço em eventual composição política e reforça a disputa pelas duas vagas que devem compor a chapa majoritária encabeçada por João Campos ao Governo de Pernambuco.
Embora João seja tratado como pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas, a formação da chapa ainda não foi oficializada.
Hoje, diversos nomes disputam esse espaço, entre eles o ministro Silvio Costa Filho, o ex-prefeito Miguel Coelho e o senador Humberto Costa, que tenta a reeleição, além da própria Marília.
Havia dúvidas sobre a permanência de Marília na corrida, sobretudo diante das articulações para acomodar diferentes forças políticas. Nos últimos dias, porém, aliados já indicavam que ela manteria o projeto.
"Hoje assumo a responsabilidade, não volto atrás. Eu não tenho direito de fazer isso com mais de 40% da população pernambucana que quer que a gente esteja no Senado" disse Marília ressaltando que candidatura é uma resposta ao bom desempenho nas pesquisa recentes.
Marília também reforçou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a João. "Meu governador é João Campos, meu presidente e Lula. A gente precisa ter força, força para aguentar a pressão, e quem não tiver essa força, fique em casa", afirmou.
Com a declaração, a ex-deputada indica que deve manter a candidatura ao Senado mesmo que não seja escolhida para integrar a chapa do prefeito e primo.
Como apontou a jornalista Terezinha Nunes, do Blog Dellas, a avaliação é de que ela poderá disputar de forma avulsa ou em outra composição, sem romper politicamente com o projeto do socialista.
A ex-deputada conta ainda com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto, que já defendeu publicamente seu nome.
"Quero que minhas três filhas escutem mais na frente que a mãe delas foi e é uma política que tem posicionamento", concluiu Marília Arraes.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
CHUVA CAUSA TRANSTORNOS NO AGRESTE.
As fortes chuvas e a cheia do Rio da Chata registradas na última quinta-feira (26/2) provocaram prejuízos em municípios do Agreste de Pernambuco. Em calçados, a ponte principal de acesso à cidade desabou após não resistir à força da correnteza. Já em Jucati e Jupi, também foram registrados danos estruturais, imóveis atingidos e transtornos no tráfego. Os três municípios decretaram estado de emergência.
Na BR-423, em Jupi, a ponte foi invadida pela água de um rio durante a madrugada. o trecho ficou alagado, chegou a ser interditado e foi liberado no período da tarde. Uma carreta que tentava atravessar a pista foi arrastadas pela correnteza e ficou parcialmente submersa.
Em calçado, além do desabamento da estrutura que dá acesso à PE-158, várias casas foram inundadas e moradores perderam bens materiais. Com a queda da ponte, o acesso ao município passou a ser feito pela zona rural.
A professora Ana Patrícia relatou os prejuízos causados pelas chuvas. Ela perdeu eletrodomésticos e contou que os pais, proprietários de um mercadinho, tiveram mercadorias e documentos pessoais destruídos pela água. "É uma situação realmente muito difícil. A gente fica até sem palavras para externar o que sente. A gente sabe que é a força da natureza, mas também enquanto a população reivindica do governo providências para que sejam resolvidas essas situações. Não é fácil você acordar e, em uma fração de segundo, perder tudo", afirmou.
Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), a previsão para o agreste nesta sábado (28/2) indica céu parcialmente nublado, com pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite, com intensidade moderada.
A Defesa Civil de Pernambuco informou por meio de nota que realizou, nesta sexta-feira (27/2), sobrevoo técnico e vistorias em Calçado, Jucati e Jupi, no Agreste, para avaliar os danos provocados pelas chuvas e apoiar a assistência à população.
Em Calçado, foi confirmada a queda da pode de acesso à PE-158 e o registro de oito famílias desalojadas e/ou desabrigadas. O órgão afirmou ainda que equipes estaduais seguem prestando apoio humanitário, levantando prejuízos e orientando os municípios quando aos procedimentos para decretação de situação de emergência e solicitação de recursos.
Em Jucati, houve dano estrutural na PE-182, comprometendo o tráfego local, além de danos em imóveis e trechos urbanos sem pavimentação. Até o momento, foram contabilizadas 15 famílias desabrigadas e/ou desalojadas.
Já em Jupi, o município registra 14 pessoas desalojadas e cinco desabrigadas, com um abrigo ativado para acolhimento da população atingida.
O presidente do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER/PE), André Fonseca, comentou a situação das PEs que dão acesso a Jucati e calçado, afetadas pelas fortes chuvas.
"Devido às fortes chuvas que aconteceu no noite de quinta-feira, a governadora encaminhou a equipe do DER para os municípios de Calçado e Jucati, que foram fortemente atingidos, onde os acessos foram totalmente danificados. A equipe esteve logo cedo nas duas cidades com técnicos e já começamos a executar rotas alternativas, com entradas provisórias para cada um desses municípios. Na semana que vem, vamos trabalhar nos projetos e na execução da obra definitiva, que retornará ao seu estado inicial melhorado", afirmou.
Em nota, a Neoenergia Pernanbuco informou que reforçou o número de equipes para atender cidades do interior afetadas pelas chuvas. Profissionais do Litoral e da Zona da Mata foram deslocados para ampliar a capacidade de atendimento nas áreas impactadas.
De acordo com a distribuidora, a maior parte das interrupções no fornecimento de energia é causada por raios, queda de árvores e objetos projetados contra a rede elétrica. "O maior volume de ocorrências se deve a casos isolados e pulverizados. Estamos atuando para restabelecer o fornecimento de energia nas áreas afetadas. No entanto, é importante que tanto as equipes de prontidão e a população obedeçam às orientações de segurança", afirmou o supervisor de operações da empresa, Marcus Eduardo.
A companhia orienta que a população não se aproxime de fios caídos, evite áreas alagadas próximas a postes e acione a distribuidora em caso de risco.
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