Carregando...

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

CRÔNICA ESPORTIVA

GLORIOSO
Meu Deus! O campeonato ibirajubense de futebol máster, tornou-se tão esplêndido, tão raro, que todos os ibirajubenses estarão lá no Severiano Gomes (sábados e domingos). Eu disse raro, e explico. Nossa cidade já tem mais de meio século, e pela a primeira vez, estamos valorizando o futebol máster. Todos os nosso eucaliptos, fêmeas de cupins e não sei mais o que, vivem e morrem pelas às chuteiras dos nobres artilheiros. Amigos, o homem ter pisado na lua, foi algo muito importante para a humanidade. Mas, o futebol em Ibirajuba é bem mais glamoroso. E não há mistério, a nossa torcida se envolve com o futebol de tal forma, que beija a mão do padre na sexta-feira à noite, porque no sábado e no domingo, a nossa santa ceia é às margens do açude. Às multidões da cidade, fazem ópera, chupam laranja e plantam orquídea pelo o futebol. O Espírito esportivo, toma conda das casas e cavernas, e ninguém foge dos compromissos assumidos com a bola. Ontem um ex-jogador de futebol da cidade me disse: "Mário Santos, o futebol máster, é a minha doce alegria. E fico grato, à todos que fazem os jogos em nosso campo". Só o futebol máster pode ressuscitar a glória daqueles homens, que um dia também defenderam o nosso gol, o destino da geração esportiva de Ibirajuba. Então, assim como o pão nosso de cada dia, seja o futebol nosso dos sábados e dos domingos em nossas vida. E que assim seja por toda eternidade, a ascensão do nosso futebol no Severiano Gomes. 


terça-feira, 18 de outubro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 
A crônica do meu Sentimento

A BANDA DE PÍFANOS
O Alto de São Francisco já viveu a glória eterna. 
Quando? Vos direi!
Corria o ano de 1992, no mercado público (do Alto de São Francisco), a Banda de Pífanos da própria localidade, fez uma apresentação brilhante, majestosa.
O Alto de São Francisco nunca antes, teve um dia igual aquele. E vos digo, nem a coroa do império britânico, nunca alcançou tamanha felicidade.
O Pífano estava em ascensão.
Meu Deus! Aqueles homens tocavam seus instrumentos, como se fossem um César Augusto ou Michelangelo.
E eu olhava para aqueles anjos celestiais, que sopravam os pífanos.
Quanta Nostalgia.
Não demorará muitos anos, e o pífano será mais importante que qualquer realeza, será maior que a coroação de Charles III.
Anotem. A Banda de Pífanos da vila do Alto de São Francisco, ainda existe. Oxalá que ainda existam! Em nosso corações sempre existirão.
Quando eles tocavam uma música, o Alto de São Francisco pulava como se fosse um Moisés, vendo o mar Vermelho dando-lhe passagem.
Aqueles rapazes, da Banda de Pífanos da vila do Alto de São Francisco, nunca verão a morte. E Deus os abençoará por toda eternidade.
Se é que vocês me entendem.


 
 

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

ELEIÇÕES 2022: PESQUISA MOSTRA LULA COM 53,5% E BOLSONARO COM 46,5% DOS VOTOS VÁLIDOS.

A pesquisa foi realizada de 14 a 15 de outubro de forma presencial com 2002 eleitores.
Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17/10) pelo Instituto MDA, aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 53,5% e Jair Bolsonaro (PL) com 46,5% dos votos válidos.

Esta é a primeira pesquisa CNT/MDA após o primeiro turno das eleições para presidente da república com os seguintes números:

Votos totais.
• LULA (PT): 48,1%
• JAIR BOLSONARO (PL): 41,8%
• BRANCO/NULO E NÃO VAI VOTAR: 6%
• Indecisos: 4,1%

Votos válidos (descontando os brancos e nulos)
• LULA (PT): 53,5%
• BOLSONARO (PL): 46,5%.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e custou R$ 168.000,00 (Cento e sessenta e oito Reais). 

O margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e tem uma margem de confiabilidade de 95%. 

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral sob n° BR 05514/2022.

O Instituto MDA de Lavras (MG), foi fundado em 1988. Em 2012, tornou-se parceiro da CNT e passou a realizar somente a pedido da confederação levantamento sobre intenções de votos.
fonte: UOL

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu Sentimento

PAPA-ANGU
Meias na mão, calças do pai, máscaras de papelão, menino papa angu, nas ruas de Ibirajuba.
Ivan Horácio de Andrade (Ivan de João Timóteo); Manoel Evaristo Sobrinho (Neco); Marcelo de Luiz Onça e eu. Rua acima, rua abaixo, pedindo um dinheirinho. Aviso (Ivan nos avisava) todo canto a gente vai, menos na bodega de Seu França, o velho França era temido até pelos os assustadores Papa-angus. 
Quanta nostalgia. Que saudade de Ivan e Neco. Parece que tudo foi ontem. 
Me dê um dinheirinho aqui, me dê um dinheirinho acolá, até chegar na casa do Senhor Miguel Paulo, ali sim, se tinha alegria. Ele nos dizia logo "Todo mundo vai ganhar dinheiro, agora tem que tirar a máscara". Quando obedecíamos sua ordem, era um verdadeira festa, o doce e água rolava.
Que coisa linda, éramos felizes, e a vida era um jardim do Éden.  
E foi assim, os meninos papa-angu.
Se é que vocês me entendem.  



sexta-feira, 14 de outubro de 2022

CIENTISTAS POLÍTICOS DIZEM QUE LULA TEM 77% DE CHANCE DE VENCER AS ELEIÇÕES.

A probabilidade de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser eleito neste ano é de 76,7%, o que deixa a Jair Bolsonaro (PL) uma chance de virada de 23,3%, mostra uma fórmula desenvolvida para prever o desfecho do segundo turno com base nos resultados do primeiro.

Criado pelos cientistas políticos George Avelino, Guilherme A. Russo e Jairo T. P. Pimentel Junior, do Centro de Política e Economia do Setor Público da FGV-SP, o modelo tem taxa de acerto elevada e funciona também para disputas estaduais e municipais.

Considerando o ano de 2018, por exemplo, o cálculo do trio apontou corretamente o favorito em 13 dos 15 pleitos que foram para o segundo turno, incluindo o presidencial – os erros ocorreram em Roraima e Santa Catarina.

O desempenho é semelhante ao das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Ibope na véspera do segundo turno, que também cravaram o favorito em 13 das 15 disputas daquele ano.

A diferença, argumentam os pesquisadores, é que a pesquisa de intenção de voto tem um custo alto e só atinge essa precisão um dia antes de os eleitores irem às urnas, enquanto a fórmula deles é gratuita e pode ser aplicada tão logo se apuram os resultados do primeiro turno. Assim, eles já são capazes de apresentar os favoritos em todas as corridas estaduais ainda em aberto neste ano.

Como regra, os candidatos que terminaram na frente no primeiro turno têm maior chance de ser eleitos, mas a vitória é bem menos certa em alguns estados, como Mato Grosso do Sul e Pernambuco.

No primeiro caso, Capitão Contar (PRTB) tem apenas 51,7% de chance de vencer, contra 48,3% de Eduardo Riedel (PSDB). Os mesmos percentuais se repetem na competição pernambucana, com leve favoritismo de Marília Arraes (Solidariedade) sobre Raquel Lyra (PSDB).

Na outra ponta, em Alagoas, Paulo Dantas (MDB), alvo recente de operação da Polícia Federal, surge com 89,7% de chance de vitória, contra apenas 10,3% de Rodrigo Cunha (União Brasil). É quase a mesma vantagem de Wilson Lima (União Brasil) sobre Eduardo Braga (MDB) no Amazonas: 89,6% contra 10,4%.

Segundo os pesquisadores, a corrida pelo governo de São Paulo tem cenário parecido com a disputa presidencial, mas com inversão dos polos. A maior probabilidade de vitória (74%) está com Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato de Bolsonaro, enquanto Fernando Haddad (PT), apoiado por Lula, fica com 26%.

Para chegar a esses percentuais, Avelino, Russo e Pimentel utilizam uma equação que leva em conta só dois aspectos: percentual de votos válidos recebidos pelo líder do primeiro turno e diferença em relação ao segundo colocado.

Enquanto desenvolviam o modelo, eles analisaram 128 disputas presidenciais de segundo turno em 44 países, incluindo o Brasil, e 287 segundos turnos em pleitos estaduais e municipais brasileiros.

Com base nas eleições regionais, examinaram outras variáveis, como tentativa de reeleição, características demográficas, perfil dos candidatos e distribuição dos votos entre os derrotados no primeiro turno. Descobriram que nada disso aprimorava a capacidade de previsão da fórmula.

Em artigo de 2020, argumentam que há bons motivos para a equação funcionar, a despeito de sua simplicidade.

Afirmam, por exemplo, que os resultados do primeiro turno já incorporam as especificidades das campanhas e que é muito raro haver mudança de voto entre o líder e o segundo colocado da disputa.

Segundo o trio, dados de pleitos brasileiros mostram que só 6% dos eleitores em corridas presidenciais e estaduais mudaram de opção entre os dois candidatos que passaram para o segundo turno. Mas, como a migração ocorre nos dois sentidos e com frequência aproximada, seu efeito tendo a ser desprezível.

Avelino, Russo e Pimentel lembram que os eleitores em tese disponíveis para o segundo colocado votaram em derrotados no primeiro turno ou se abstiveram. E que é difícil mobilizar todo esse contingente para o segundo turno.
fonte: Notícias ao Minuto.