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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

DONALD TRUMP É CONDENADO POR TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO NOS ESTADOS UNIDOS.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado pela Suprema Corte americana por envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. A decisão representa um marco histórico na política do país e ocorre após meses de investigação sobre os eventos que culminaram na invasão do Capitólio em janeiro de 2021. A Corte entendeu que Trump teve participação ativa nos esforços para reverter o resultado das eleições presidenciais.

A sentença foi proferida após análise de provas e testemunhos que indicaram uma tentativa coordenada de impedir a certificação da vitória de Joe Biden. De acordo com os juízes, Trump violou princípios constitucionais ao pressionar autoridades eleitorais e incitar seus apoiadores a agir contra o processo democrático.

A decisão da Suprema Corte não apenas reforça a gravidade dos atos cometidos, como também abre caminho para possíveis consequências legais adicionais, incluindo restrições políticas e criminais. Especialistas apontam que a condenação pode impactar diretamente as eleições futuras e o cenário político nos Estados Unidos.

A defesa de Trump afirmou que irá recorrer da decisão, alegando que o julgamento teve motivação política. Seus advogados sustentam que o presidente apenas exerceu seu direito de questionar os resultados eleitorais e que não houve incitação direta à violência.

A condenação reacende o debate sobre os limites da imunidade presidencial e o papal das instituições democráticas diante de tentativas de subversão do processo eleitoral. Líderes de ambos os partidos se manifestaram sobre o caso, com democratas celebrando a decisão e republicanos divididos entre críticas e apoio.

Analistas políticos ressaltam que a repercussão internacional da condenação pode afetar a imagem dos Estados Unidos como referência democrática. A comunidade global acompanha com atenção os desdobramentos e possíveis consequências diplomáticas.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

KASSAB DESCARTA APOIAR REELEIÇÃO DE LULA E MANTÉM PLANO DE CANDIDATURA PRÓPRIA DO PSD.


O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou nesta segunda-feira (9/2) que já comunicou ao presidente Lula (PT) que a sigla não apoiará sua candidatura à reeleição neste ano. Segundo Kassab, a decisão já foi apresentada diretamente ao petista em conversas anteriores.

Apesar de o PSD comandar três ministérios no governo - Pesca, Minas e Energias e Agricultura, Kassab já afirmou em algumas ocasiões que o PSD não integra formalmente a base governista. Segundo ele, as indicações para as pastas foram feitas por quadros do partido, sem compromisso político com o Planalto.

"Nunca fechamos questão em relação a nenhum tema, mas nós não vamos caminhar com ele (Lula). Eu entendo que nossa proposta é diferente", disse Kassab. "Tem o nosso respeito essa vontade dele, mas ele sabe, porque eu mesmo já disse a ele, que nós não caminharíamos juntos. Nós vamos ter o nosso caminho", afirmou o presidente do PSD.

A declaração ocorre num momento em que o PSD já tem três nomes colocados para a disputa presidencial: os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ronaldo Caiado (Goiás) e Ratinho Junior (Paraná). Kassab tem reiterado que o partido não pretende integrar uma frente de apoio ao projeto de reeleição de Lula.

A estratégia nacional do PSD, no entanto, convive com divisões internas. Parte dos diretórios estaduais, especialmente no Nordeste, já sinalizou apoio à reeleição de Lula, mesmo diante da intenção do partido de lançar candidatura própria. Dirigentes reconhecem que, ainda que o PSD leve um nome ao primeiro turno, não há hoje unidade nacional em torno de um projeto presidencial único.

Na sexta-feira, (6/2), em evento com o presidente Lula, na Bahia, o senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que o PSD apoiará a reeleição do presidente.

"O PSD da Bahia tem 115 prefeitos, mais de 50 vice-prefeitos, vários vereadores. Tem muito PSD aqui, eu não sei quantos vieram. Mas os que vieram aqui, sem dúvida nenhuma, e os que não estão aqui, podem levantar para dizer, nós estamos com o Lula", disse.

Kassab afirmou que a última conversa com Lula ocorreu durante um almoço, do qual participaram Otto e Antônio Preto, ex-deputado português do PSD. Segundo Kassab, o presidente convidou para o encontro os três ministros indicados pelo partido, além do senador Jaques Wagner (PT-BA) e da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. De acordo com ele, a reunião transcorreu de forma "muito respeitosa".

Também o secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, Kassab voltou a citar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) como uma liderança nacional relevante no centro-direita. O governador já descartou concorrer ao Planalto em 2026 e tem reafirmado que buscará a reeleição em São Paulo.

O dirigente partidário explicou que sua preferência por Tarcísio se baseia no fato de ele ser chefe do Executivo paulista, o que lhe confere uma "presença nacional muito mais forte", o que garante uma 'velocidade inicial' mais alta na corrida eleitoral.

De acordo com ele, as pesquisas refletem essa diferença: enquanto leite, Caiado e Ratinho aparecem com percentuais entre 5% e 13%, em razão da menor visibilidade nacional. Tarcísio largaria em torno de 25%, o que classificou como um diferencial muito expressivo.

O líder do PSD ressalvou, no entanto, que o momento para uma candidatura presidencial do governador pode passar. Ele é o melhor candidato, o mais bem preparado, governador de São Paulo, faz um excelente gestão. E, muito possivelmente, o PSD é o único partido que está firme com ele desde o primeiro momento, seja como candidato a a governador, seja como candidato a presidente", continuou Kassab, "É melhor candidato sob todos os aspectos. Mas, não sendo, o tempo trabalha contra, é evidente". 

Kassab afirmou que o partido trabalha com a premissa de que a candidatura presidencial do PSD será definida entre os três governadores da legenda, a partir de critérios como desempenho em pesquisas e viabilidade política. Segundo ele, a definição do nome e da eventual composição da chapa deve ficar para um momento mais adiante do calendário eleitoral.

O presidente do PSD disse ainda que o tempo de televisão deixou de ser um fator decisivo nas campanhas, o que permite ao partido considerar uma candidatura própria, inclusive sem alianças. Uma eventual composição com outras siglas, acrescentou, seria uma novidade para o partido.
Fonte: Jornal do Commercio.

RAQUEL PEDE NEUTRALIDADE A LULA PARA APOIÁ-LO, E ELE ESTÁ DISPOSTO A ATENDÊ-LA.


Está ficando mais claro porque o presidente Lula, que já tinha decidido não vir a Pernambuco no primeiro turno, resolveu também cancelar sua presença no Carnaval do Recife. O presidente atendeu a pedido feito a ele terça-feira da semana passada pela governadora Raquel Lyra, que prometeu apoiá-lo desde que o mesmo fique neutro na campanha estadual ou adote a tese de dois palanques.

Em vista disso, o presidente disse a ela (Raquel) que mantém a decisão de estar distante do Estado no primeiro turno e comunicou-lhe que estará ausente no Carnaval para não causar dificuldades.

Esta terça-feira quando vai a Brasília se encontrar com o presidente, o prefeito João Campos deve ser comunicado das decisões de Lula, embora sua principal presença no encontro tenha a ver com a vaga de vice-presidente no encontro tenha a ver com a vaga de vice-prefeito que o PSB que ver mantida com Geraldo Alckimin e Lula ensaia uma mudança para colocação de um monte do MDB ou do PSD, embora a mais provável seja uma aliança com o MDB. 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

MANDATO DE PRISÃO DE LULA E MORAES VEM À TONA E CHOCA O PAÍS.


Policiais Civis da Delegacia Estadual de Repressão a Crime Cibernéticos (DERCC), da Polícia Civil de Goiás, em ação integrada com o Núcleo de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), deflagraram, na manhã desta quinta-feira (5/2), uma operação para combater fraudes cibernéticos interestaduais que atingiram sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Poder Judiciário goiano.

Os mandados estão sendo cumpridos em Goiás, no Distrito Federal, em Minas Gerais e em Santa Catarina, com o apoio das Polícias Civis dessas regiões. No total, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.

Entre os nomes utilizados de foram indevida, estavam o do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

As investigações apuram a inserção de mandados de prisão falsos no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP)e me processos digitais do Projudi/TJGO, incluindo documentos fraudulentos que simulavam decisões judiciais.

O ataque hacker ocorreu em janeiro, quando o CNJ foi alvo de uma tentativa de fraude com o objetivo de emitir mandatos de prisão contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

A instituição identificou alterações irregulares no BNMP, que envolveram a troca e substituição de dados de um mandado judicial por informações vinculadas às autoridades. Houve, inclusive, a substituição dos CPFs de Lula e Moraes, embora os criminosos não tenham conseguido concluir a emissão dos mandados falsos de prisão.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Delegacia Especial da Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC/Decor), que participa da operação, os envolvidos utilizaram indevidamente credenciais de servidores públicos, o que possibilitou a realização irregular de consultas, o cumprimento ilícito de mandados de prisão no sistema judicial e a tentativa de emissão forjada de mandados contra terceiros, fatos de extrema gravidade.

Levantamento técnicos indicaram que terceiros, de forma criminosa, passaram a utilizar senhas funcionais de servidores públicos para manipular informações sensíveis, comprometendo a legalidade dos atos processuais e a regularidade do funcionamento do Sistema de Justiça.

O principal envolvido no esquema fraudulento já havia sido identificado pela DRCC em julho de 2025 como um adolescente residente no Distrito Federal. As investigações continuam, e novas informações poderão ser divulgadas oportunamente, respeitando o sigilo necessário à elucidação dos fatos.

Em nota, o TJGO informou que, após ter conhecimento da subtração e do uso indevido de credenciais digitais de duas servidoras do judiciário, a Presidência e a Corregedoria Geral da Justiça determinaram a instauração de investigação preliminar no âmbito do próprio Tribunal.

A apuração foi conduzida pela Divisão de Inteligência Institucional do TJGO, que identificou indícios de acessos desautorizados, criação de processos fictícios e inserção de dados falsos em sistemas judiciais.

As informações técnicas apuradas foram formalizadas em relatório e imediatamente compartilhadas com as autoridades policiais, o que deu início às investigações criminais e possibilitou o avanço das diligências. O TJGO também atuou de forma integrada com o Conselho Nacional de Justiça e com unidades de inteligência de outros tribunais, além de manter cooperação permanente com as forças de segurança envolvidas.

PESQUISA DATAFOLHA APÓS UM JANEIRO DE GUERRA NA POLÍTICA DE PERNAMBUCO.


O calendário eleitoral de Pernambuco entra em fevereiro sob medição direta de forças entre os dois principais grupos políticos que devem se enfrentar no pleito de outubro.

A primeira pesquisa do Datafolha, prometida para esta quinta-feira (5/2), assume função de marco político do ano. Depois de um janeiro dominado por ataques diários de parte a parte, denúncias cruzadas e disputa permanente nas redes sociais, o levantamento vai colocar as campanhas diante do primeiro teste fora das próprias bolhas.

Quem crescer agrega apoios. Quem perder tração pode perder espaço. A eleição, que meses atrás sugeria vantagem confortável para um lado, agora se apresenta cada vez mais aberta e imprevisível.

João Campos (PSB) iniciou o ciclo como franco favorito, desde 2024. Reuniu patamares próximos de 70 por cento das intenções de voto em alguns levantamentos e conduziu uma estratégia de preservação de vantagem.

Mas a sequência de pesquisas mostrou desaceleração. A liderança permanece e não é pequena, mas a margem escolheu e a hipótese de ficar abaixo de 50% pela primeira vez na estimulada do Datafolha altera o ambiente político.

O candidato já não controla o ritmo da disputa. Aliados calculam riscos. Adversários avançam. Acompanha entra em terreno competitivo. A impressão de que a eleição poderá ser muito mais apertada do que se imaginou lá atrás pode assustar aliados. E não é fácil administrar isso.

Já Raquel Lyra (PSD) percorre trajetória de crescimento, embora não se saiba ainda se a ascensão perdurará. A governadora partiu de um patamar próximo aos 20%, reorganizou a comunicação, concentrou anúncios administrativos no fim do ano passado e transformou a gestão em ativo eleitoral. A curva indica consolidação gradual.

A redução da distância fortalece a percepção de viabilidade e reorganiza o tabuleiro. A governadora amplia presença no centro do eleitorado e assume postura ofensiva, com agenda de contraste direto em relação ao adversário.

Em outubro de 2025 um dado na última pesquisa Datafolha chamou a atenção. Raquel e João apareceram empatados na pesquisa espontânea com 23% x 23%. O indicador mede lembrança real de voto, sem indução por lista de nomes e dá uma ideia do ponto de partida dos postulantes. A curiosidade agora é para saber como esses números estarão na pesquisa desta semana.

Na estimulada, em outubro, o Datafolha apontou uma vantagem de João sobre a atual governadora, 52% x 30%. Nos bastidores, onde tem gente fazendo pesquisa quase diariamente, há quem aposte que ele aparecerá abaixo dos 50% e ela está no patamar de 35%.

Janeiro operou como ensaio geral de confronto. Acusações sobre a gestão municipal, questionamentos ao governo estadual, vazamentos seletivos e embates diários ocuparam blogs e redes sociais. O ambiente produziu engajamento intenso, mas o efeito eleitoral permanece incerto. O ruído digital amplia a militância já convencida e pouco alcança o eleitor comum, que reage a temas concretos como serviços públicos, emprego e segurança.

Pernambuco se encaminha para uma eleição decidida por margens estreitas, com campanhas obrigadas a disputar voto no centro do campo e reduzir a retórica de nicho. O primeiro número do ano tende a confirmar o que os bastidores já registram. A corrida de 2026 será muito mais equilibrada do que se imaginava.
Fonte: Jornal do Commercio