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quinta-feira, 17 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MARIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

ORAÇÃO
O pão nosso de cada dia, que já foi 10 por 1 Real, e agora são apenas 2,  dai-nos hoje Senhor. 
E aqui na terra como nos céus, que me paguem os meus devedores. 
Ensina-nos também Senhor, a olharmos os dentes dos cavalos, mesmo que eles nos tenham sido dados. 
Porque teu é o reino, e tanto Caim quando Abel buscavam a herança de tua coroa. 
Santo é o sábado, que desperta o domingo para juntos acordarem na Igreja Matriz.
E que na próxima divisão, dos 5 peixes e 2 pães, alguém lembre de levar a manteiga. E se houver sobremesa: bolo de chocolate, pudim, caramelos ou doce de leite... nãos nos deixe cair em tentação. 
AMÉM.



quarta-feira, 16 de novembro de 2022

GUARDA PATRIMONIAL RECUPERA VEÍCULO TOMADO DE ASSALTO EM IBIRAJUBA.

Por volta das 20:00 horas desta terça-feira (15/11), três elementos armados efetuaram um assalto no centro da cidade de Ibirajuba-PE, levando da vítima um veículo Chevrolet Onix placa QYH 4B76. De posse das informações do ocorrido a equipe da Guarda Patrimonial de Ibirajuba e saiu no encalço dos meliantes e tiverem êxito em localizar o veículo ainda intacto no bairro da Olaria na cidade de Altinho. O veículo foi conduzido até Ibirajuba e entregue ao proprietário.

A CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

A crônica do meu sentimento

OUTRORA
A principal pracinha da cidade, era todinha em terra, não se tinha uma única colher de cimento. E os meninos brincavam com bolinha de gude (ximbra) na terra solta de tão feliz pracinha.
Aqueles mais nobres, se davam ao luxo de comprarem algodão-doce, eu não podia comprar aqueles coloridos e tão sonhados objetos de desejo. "Olha o verde, o rosa é lindo, e o azul... Que delícia. Quem sabe um dia, não podemos ter uma fábrica de algodão-doce em?
Enquanto o jogo de bolinhas de gude (ximbra) o sino da igreja matriz fazia sua canção dominical convidando os fieis, orai e rezai, oh filhos de Deus, para que o dia possamos ter uma vida tão colorida como se fosse um céu todinho de algodão-doce.
Se é que vocês me entendem.


 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

NO 15 DE NOVEMBRO
Desobedecendo o meu nariz assado e os antidepressivos, nesse feriado mequetrefe, aceitei o convite do meu primo e foi pescar no rio da Chata, em uma manhã chata, com toda certeza às Pupilas do Senhor Reitor reprisadas, teria muito mais graça. 
O peixes, fizeram um descaso melancólico para com os nosso anzóis, ou talvez estivessem em Ibirajuba num concerto de Beethoven. Um feriado de 15 de novembro para se esquecer, cheio de náuseas de paralelepípedos e hinos da independência. O sol quase comeu os meus neurônio, eu disse quase! Se não fosse meu excesso de lixo na cabeça, o quase não existia. E em meio a tanta aflição, vos digo: Sábios são os bêbados que descansam nas sombras das Craibeiras do rio da Chata, e foi tudo isso e muito menos o meu feriado.
Se é que vocês me entendem 


    

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

A 26 DE MARÇO
Na Rua 26 de Março no Mutirão tudo é magnifico, diferente.
E eu vos digo o porquê. Nas manhãs ali, parece que o sol chega sorrindo e dá um bom dia.
Que rua simples, e tão singela, chega lembrar um humilde jardim. E o mais interessante, é que a tarde os vizinhos conversam nas calçadas e isso é bom. Já a noite até os gatos e os cachorros se cumprimentam, e há harmonia entre eles.
Na Rua 26 de Março no Mutirão, a própria lua tem alma de menestrel, e os grilos e vagalumes são verdadeiros boêmios da noite. 
Só a rua 26 de março têm ópera no orvalho da madrugada, e a vida e tão linda. E os seus moradores, vivem felizes, Pois a Rua 26 de março no Mutirão, e um mar em flor para a posteridade.
Se é que vocês me entendem. 


quinta-feira, 10 de novembro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

COCADAS DA SAUDADE
Ingredientes: doce lembrança, saudade eterna e recordações que matam. 
Além de tudo isso minha mãe usava coco ralado e açúcar, botava tudo junto em uma panela no fogo de lenha, até dá o ponto.
Quando dava o ponto mamãe dizia "Agora vou preparar às cocadas". Colocava aquele caldo grosso e ainda quente em uma tábua, depois cortava em várias partes iguais, pronto, só falta esfriar, eis ai uma eternidade.
A brincadeira no terreiro só encerrava, quando mamãe dizia, "podem vim", que delicia.
Que vida simples e tão boa, nossa riqueza era apenas cocada e a água fria do pote e mais nada.
Se é que vocês me entendem.