sexta-feira, 8 de outubro de 2021

ESPAÇO LIVRE

 
A CRÔNICA DE MARIO SANTOS

Nordestino é lenha, é fogo, é brasa. Povo de luta de sol a sol, gigantes cabra da peste, igual a ti, não há ninguém. Do frevo ao maracatu, da literatura de cordel aos traços magníficos de José de Alencar. Da música de Gonzaga, do ritmo de Jackson do pandeiro. A viola o violeiro, às cantorias, os aboios do vaqueiro. A culinária, as nossas praias, a feira de Caruaru. O axé da Bahia, o frevo pernambucano. Zumbi dos Palmares, e o seu grito pela a igualdade racial. Virgulino Ferreira, o Lampião, sem temer os poderosos da época, foi rei do cangaço no sertão. Nordeste, terra de Ariano Suassuna, terra do caboclo com a enxada na mão. Pátria nordestina, majestoso é a tua soberania. Povo livre, berço esplêndido onde a honra dos nossos heróis, descansa na sobra do trabalho e da consciência da liberdade. Viva o Nordeste, região sagrada da pátria amada Brasil.

   
 

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