Hoje, janeiro do ano de 2022. Mas aqui o hoje não interessa, a não ser só para datar dia mês e ano que estamos. Olhem para trás, apaixonados pelo o futebol, olhem para trás. Nos anos 80, 90, até 2000. Não havia pedra sobre pedra, que não se tivesse um campo de futebol, Sim, um campo de futebol, grande ou pequeno mas, se tinha. Quase em todos os sítios havia um time. E quando chegar o domingo, o mundo inteiro podia tá um caos, isso mão mudava nada, a bola rolava nos quatro cantos. A quantidade numérica de pessoas e jogadores não importava. 4 ou 5 gatos pingados, ou até mesmo uma multidão, Eram grandes jogos, torneios memoráveis. Mas, voltemos para o hoje, Domingos de um silêncio total, os campos de futebol, imóveis, não se ouvem mais o trinar do apito, o barulho da torcida, o grito do gol. Mas olhes para trás, e fiquemos na torcida, como quem espera um tiro de meta para a movimentação da bola.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
A CRÔNICA ESPORTIVA DE MÁRIO SANTOS
Eis a verdade amigos. A verdade que defendo com unhas e dentes. Se somos a pátria do futebol, deveria ser assim: A nossa Bandeira, com uma bola bem no centro, e ao lado um par de chuteiras. Esqueçam aquelas estrelas, em seus lugares teríamos os nomes do jogadores da seleção de 70. E se vocês me perguntarem, por que a seleção de 70? Eu vos digo! 70 foi o ano da consagração de um rei, Um rei! O rei Pelé. Então fica: Félix, Brito, Piazza. Carlos Alberto, Clodoaldo, Marco Antônio, Jairzinho, Gérson, Tostão, PELÉ e Rivelino. E ao invés, da frase Ordem e Progresso, seria: 70 neles. Outras vezes Brasil! E o nosso Hino Nacional (música e letra) seria chamado de "Hino Nacional Verde e Amarelo.
CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS
CONFUSO
Às minhas reminiscências, outorgadas por algumas paroxítonas, vindas de um sujeito oculto.
Falei em voz baixa alguns ditongos e hiatos.
Quem me ouvia, sem sílabas para revidar, apresentou-me pontos e aspas.
Diante de tantas reticências, os agudos e os circunflexos são meras coincidências de estudos repletos de Ç.
O X da questão é o CH dos chamados acadêmicos pluralistas.
Se cauda com "U" é rabo, porque danado caldo é com L?
Há, agora entendo, porque me ensinaram o inglês, para que eu possa ser analfabeto batizado com um monossílabo.
Sim.
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