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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

MELIANTES INVADEM CASA E ROUBA PORCO NA ZONA RURAL DE IBIRAJUBA.

*Imagem Ilustrativa
O inicio de ano complicado para a população de Ibirajuba no que se refere a segurança pública. Os meliante estão fazendo uma verdadeira farra no município, roubo de veículos, assaltos, latrocínio, arrombamento de residências são alguns crimes praticados. 

Na madrugada desta quarta-feira (por volta de meia noite), elementos invadiram uma casa que fica localizada no Sítio Deodato, zona rural de Ibirajuba, reviraram tudo, defecaram por cima dos móveis, quebraram utensílios do local, foram até a pocilga pegaram um porco, mataram e soltaram os outros. O proprietário nos informou que ao chegar de manhãzinha no local para alimentar os porcos, encontrou tudo quebrado e revirado, e no lugar onde fica os porcos encontrou tudo cheio de sangue.

O proprietário prestou queija na delegacia, a polícia vai investigar o caso.

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.

SEM ÉTICA
No progresso, dos progressistas, fizeram a lista, esqueceram de mim.
A minha parentela, não faz parte da classe acadêmica.
A polêmica, está no conta-gotas.
O efeito colateral chegou até a escola, acabaram com a Ciência, Moral e Física e as estatísticas ninguém viu.
Brasília! jardim dos absurdos, gritai, gritai, estão todos surdos.
Às últimas flores, agora só enfeitam túmulos.
A nossa voz, será às 19 horas.
Ninguém sabe, ninguém viu.
Jogo de cartas marcadas, que que é isso Brasil? 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

CRÔNICA ESPORTIVA DE MÁRIO SANTOS.

Reminiscência do Futebol

Hoje, janeiro do ano de 2022. Mas aqui o hoje não interessa, a não ser só para datar dia mês e ano que estamos. Olhem para trás, apaixonados pelo o futebol, olhem para trás. Nos anos 80, 90, até 2000. Não havia pedra sobre pedra, que não se tivesse um campo de futebol, Sim, um campo de futebol, grande ou pequeno mas, se tinha. Quase em todos os sítios havia um time. E quando chegar o domingo, o mundo inteiro podia tá um caos, isso mão mudava nada, a bola rolava nos quatro cantos. A quantidade numérica de pessoas e jogadores não importava. 4 ou 5 gatos pingados, ou até mesmo uma multidão, Eram grandes jogos, torneios memoráveis. Mas, voltemos para o hoje, Domingos de um silêncio total, os campos de futebol, imóveis, não se ouvem mais o trinar do apito, o barulho da torcida, o grito do gol. Mas olhes para trás, e fiquemos na torcida, como quem espera um tiro de meta para a movimentação da bola.