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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

Ponto, Vírgula e Reticências...
LOCOMOTIVA
Parábolas, metáforas, vogais, semivogais, alfabeto, doutores, leigos, lua, astronauta, o sorveteiro que me vende sonhos, mulheres apocalípticas, retorno dos Faraós.
A Brasília que serve meu almoço, invadiu minha arcada dentária, perco meu tempo escovando os dentes que escolheram pra mim.
Números, números e números, tomara Deus que eu nunca esqueça do 0 ao 10.
Viagem para a lua, quantas estrelas no poder, na padaria vi que São Jorge só finge matar o Dragão. 
Machado de Assis, Drummond, Eça de Queiroz, Cecília Meirelles e alguns outros sábios, comeram às flores e os livros.
Na mais insignificante dimensão, sepultaram a arte.  


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

NÁUTICO LEVA CHUVA DE GOLS NO PRIMEIRO TEMPO E TROPEÇA NA COPA DO NORDESTE

O Náutico até buscou, mas não conseguiu tirar a diferença no placar contra o CSA e acabou sendo derrotado neste domingo (20/2) por 3x1 no Rei Pelé, em Maceió-AL, pela sexta rodada da Copa do Nordeste. O clube alagoano abriu 3x0 logo no começo, mas o Timbu descontou apenas no final da partida.

Com um apagão sofrido nos primeiros minutos da partida, o CSA abriu o placar já aos 5 minutos com gol de Marcel. Ainda antes dos 10, o Azulão ampliou com Giva Santos, que aproveitou um rebote cedido por Lucas Perri.

O Náutico tentou reagir, mas o CSA não parou nesse início de primeiro tempo e aproveitou os espaços na defesa alvirrubra para abrir 3 a 0 com gol de Geovane, que recebeu bom passe de Yan Rolim. O clube alagoano ainda teve um gol anulado. Didira marcou, mas o bandeirinha assinalou o impedimento.

Aos 35 minutos, Leandro Carvalho, do Náutico, e Wellimgton Nascimento, do CSA, ainda foram expulsos após troca de empurrões no meio do jogo.

O Náutico buscou se reorganizar, mas só conseguiu colher frutos na reta final da segunda etapa. O CSA acabou diminuindo seu ritmo e, aos 35 minutos , Juninho Carpina recebeu passe de Júnior Tavares para bater no cantinho e fazer o gol de honra alvirrubro.
fonte:NE10

CRÔNICA ESPORTIVA

O Gol Frango
Zero a zero, a partida quase no final. Vamos ser precisos, 45 minutos do 2° tempo regulamentar, mais 3 minutos dos acréscimos. A bola é recuada pelo o zagueiro. Um vacilo, pobre goleiro, sofre um gol Frango. Há um silêncio, de um só homem. Que cabisbaixo se pergunta: A quem deve recorrer, a Deus ou ao diabo? E ambas as torcidas, em um passado fúnebre, um dia também se perguntarão: O que fizera este miserável em outras vidas? E dirão: nunca mais esse infeliz terá paz de espírito. Um gol Frango, é um assassinato físico e espiritual. No mesmo momento, morrem além do goleiro que o sofrera, uma torcida, uma nação, o cérebro e os amigos íntimos, todos os restos mortais. O goleiro, que por covardia do destino, foi levado ao inferno do GOL FRANGO, deveria ter seu nome canonizado com o seguinte argumento: por pura recompensa da fatalidade pública da profissão; estás perdoado.