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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

CRÔNICA ESPORTIVA

O MELHOR
Não é exagero! Adilson de Coquinho é sem dúvida, o melhor atacante da 1ª Copa Master de Futebol de Ibirajuba, e seu brilho foi feito com números de gols, 2 por jogo. 
Não me digam que ele tem alma de artilheiro, que eu vos digo, "Ele é muito mais que um artilheiro", Adilson é um jogador de um capacidade tremenda de fazer o gol, e isso é próprio dele, não é algo postiço como se fosse um dente. 
E se a vitória sorrir para o Milan, pois bem, podem ter certeza, que mais uma vez Adilson fará a ascensão do seu nome, nas escrituras sagradas do seu time de sangue, fôlego e vida (Milan).
Adversários esqueçam o Milan, os termos técnicos e táticos, e deem honrarias a Adilson de Coquinho.
E é como eu já disse lá no começo; "não é exagero.



terça-feira, 22 de novembro de 2022

GRANDE PERCA PARA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Morreu aos 81 anos o cantor e compositor ERASMO CARLOS.
O falecimento aconteceu na manhã desta terça-feira (22/11), na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. O cantor foi internado as pressas no hospital Barra D'Or. A causa da morte ainda não foi divulgada. 

Em outubro deste ano, o artista foi internado no mesmo hospital, com um quadro de edema. Após 17 dias de internação, ele recebeu alta.

Erasmo Esteves, nasceu no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro no dia 5 de junho de 1941. Criado pela mãe, só conheceu o pai quando tinha 23 anos de idade. 

Erasmo aprendeu tocar violão com Tim Maia, que na infância era entregador de comidas na marmitaria da família. A ligação musical, no entanto, viria na adolescência quando Erasmo, Roberto e Tim Maia dividiam o gosto pelo estilo musical que chegava ao Brasil. 

Erasmo Carlos faleceu justamente no dia em que se comemora o dia do músico. 

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

NO CALDINHO DE CANA    
Não que eu tenha caído no conto do vigário, antes tivesse. 
Em frente da prefeitura, tá lá o caldinho de cana do João. Enquanto russos e ucranianos, trocam tiros, nós estamos enterrados no pão doce e caldo de cana. O copo chega a ser tão grande, que nem todo homem que um dia foi menino comedor de terra, o levaria até às pedras do sítio Gavião. 
Nosso assunto hoje foi, o assassinato do mar Morto, ou seja, um grande assunto. 
A cerveja artesanal, foi lembrada por um moto-taxi, ninguém deu-lhe razão em nada. 
O tempo de soltar pipa, e enrolar pião, ficou esperando pela a ressurreição do cachorro da madame. 
O caldo de cana escuro e líquido, o gelo sólido e frio. Com limão, ou sem limão? Isso é, que é vida! Enquanto isso, Guimarães Rosa segue morto nas prateleiras da burguesia, que nunca tomou um caldo de cana com pão doce.
Se é que vocês me entende.