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sexta-feira, 3 de março de 2023

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento
MÃE
Há 3 anos, minha mãe faleceu.
Portanto já são 3 anos que ninguém nunca mais me amou igual a você, minha querida mamãe.
Meu primeiro sapato que tanto eu queria, foi você minha mãe que me deu.
Na Escola, quando alguém me elogiou, a senhora ficou orgulhosa.
Quando só tínhamos o feijão e a farinha, a senhora saia pra chorar, e eu fingia não vê.
Mãezinha querida, às flores dama-da-noite que a senhora plantou, nunca mais tiveram o mesmo perfume.
Quando o carro do algodão-doce passava na rua, que felicidade, mas o aviso vinha: "Só pegue um". 
Certa vez, a senhora ficou doente, não tínhamos dinheiro, naquele quarto escuro, nós dois choramos.
Meu primeiro dia na escola Manoel Moreira da Costa, a senhora levou-me até o portão, a luz do seu olhar deu-me letras, lágrimas e saudades de você.
Quando chovia, como era bom, um cafezinho, fogão de lenha e a senhora que era tudo.
Hoje sou um velho, mas todos os dias queria correr como criança, viver do nada, e ter a senhora minha querida mamãe. 


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

CRÔNICA ESPORTIVA

600
O tempo passou, e chegamos a 600 crônicas "CHUTANDO A BOLA". 
Lá no início, os quadrúpedes com duas opiniões negativas, lançaram-me ossos de cachorros. Talvez por dor de cotovelo ou simplesmente por serem idiotas que babam a própria gola da camisa, fizeram isso comigo. Eu disse, "Idiotas", ou coisa desse tipo. Mas, de Cristóvão Colombo pra cá, ninguém entre os 8 mil torcedores de Ibirajuba, nunca recebeu um sentimento de respeito e admiração como eu recebera, nunca. Os amigos Gilmar Barros, Ernando Freitas, PH Morais e tantos outros, ergueram-me das cinzas da humildade, deram-me honrarias de um vendedor de algodão-doce. E isso é muito lindo. São 600 crônicas que Clemildo Galdino me deu a oportunidade de mostrar a torcida ibirajubense. Amigos, que venham mais 600 ou 1000 crônicas, eles não são só minhas, mas, de todos os amigos que torcem por mim. Nunca fiz um dia de aula de jornalismo, sai das cavernas do sítio Gavião, e de tanto amar o futebol e tomar suco de paralelepípedos, criei a Crônica Esportiva "CHUTANDO A BOLA", e com isso e por tudo isso alcançamos a eternidade no último gol, que balançou as redes no estádio Severiano Gomes.  


INFIDELIDADE E DEPENDÊNCIA FINANCEIRA

ENTENDA O QUE ACONTECE QUANDO HÁ UM PROBLEMA DESSES NA RELAÇÃO.
Todo casal sabe que as finanças podem prejudicar um relacionamento, mas você sabia que a dependência econômica pode aumentar a chance de infidelidade?
Pesquisas feitas por Christin L. Munsch, professora assistente de sociologia da Universidade de Connecticut, mostrou que homens e mulheres que são economicamente dependentes de seus parceiros têm mais probabilidade de trair. A razão para isso é simples. As pessoas não gostam de depender financeiramente de outra pessoa, mesmo que essa seja seu marido ou esposa.

Porque Isso acontece?
Uma parte importante do casamento é a igualdade; caso contrário, um dos parceiros pode começar a se sentir inadequado e tentar compensar essa inadequação com um caso extraconjugal. A masculinidade é a questão principal para os homens que não são os principais ganha-pão da família. Quando não são os homens que sustentam sua família, eles podem sentir como se sua masculinidade estivesse ameaçada. Como resultado dessa ameaça, eles podem optar por participar de um caso extraconjugal, na tentativa de proteger sua masculinidade.

Para as mulheres, o conflito interno é o desejo de se sentir independente. Uma mulher que depende financeiramente do parceiro pode ter dificuldade em não contribuir para a família. Outro fator que pode contribuir para a infidelidade é a distância. As mulheres dependentes financeiramente sentem que seu parceiro não passa tempo suficiente com elas. Eles então desejam afeição, ressentimento pode construir e esposas dependentes financeiramente podem buscar essa afeição em outro lugar.

Qual é a solução?
O fato é que existem muitos relacionamentos com sugar daddy  nos quais uma pessoa apoia financeiramente a outra e isso funciona para alguns. Se um desequilíbrio financeiro é inevitável, a igualdade no casamento deve ser firmemente estabelecida, a fim de evitar problemas desnecessários. O parceiro que não contribui tanto financeiramente deve contribuir ativamente para o agregado familiar de outras maneiras. O importante é uma quantidade igual de trabalho total. Isso equilibra a escala e ajuda as duas partes a se sentirem iguais.

Muitos homens e mulheres têm medo de confrontar os seus parceiros sobre traição, muitas vezes por medo de perder a pessoa, ou, como muitos relatam: “eu quero sair da relação, mas tenho medo de perder financeiro e me sentir perdido/perdida”.

Para ajudar ainda mais com isso, os dois parceiros devem estar envolvidos nas finanças. Em um casamento, não há "seu dinheiro" e "meu dinheiro". Existe apenas o nosso dinheiro e esse dinheiro deve ser tratado em conjunto.
Por: Julia Pautas.