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quarta-feira, 15 de março de 2023

CRÔNICA ESPORTIVA

O ÚLTIMO GOL 
O adepto do futebol todos os dias, antes de beber um copo d'água pensa: "Como será a luta de Mário Santos contra a sua doença?" Aliás, como será o futebol ibirajubense sem às Crônicas Esportivas de Mário Santos? Diante de tantas notícias, relacionada a saúde de nosso cronista esportivo. Os Eucaliptos do Estádio Severiano Gomes, encaram a fúria do silêncio e clamam pelo Escrete do Povo. 
Amigos, a poucos minutos, uma pessoa apaixonada pelo futebol marcou uma consulta em uma clínica em Caruaru, e ali Mário Santos tentará reverter o placar no jogo da vida. Os jogadores, juízes e bandeirinhas, ao lado dos 8 ibirajubenses todos estarão de um só lado, torcendo para que Mário Santos faça seu último gol. Até os quadrúpedes, que babam a própria gola da camisa agora torcem e apostam em uma vitória, do criador da Crônica Esportiva CHUTANDO A BOLA. Fico feliz, porque não encontrei um único e escasso morador de Ibirajuba, que mesmo estando chupando laranja ou tomando café com pãozinho e manteiga não tivesse torcendo por Mário Santos. Confesso, a minha relação com a torcida ibirajubense, depois de minha luta contra a doença, deu-me alegrias imortais? Mas, vos digo, quer queiram o que não, todos nós temos uma só fé, um só Deus. E graças a essa visão realista e otimista, o velho Mário Santos, fará no futebol, ou fora dele, não só o último gol. Fará também narrações, crônicas e todos os blá, blá, blá do futebol. E saibam todas às minhas Crônicas foram honestas e essa não é diferente. E os meus leitores, junto comigo, ganhamos uma ar de eternidade. Nem a própria doença, tira-me os compromissos esportivos. E como não amar o nosso campo municipal, o açude e nossa geração, que vive da bola para a bola, esqueçam essa história de último gol, minha doença, é só o apito inicial de mais uma competição, onde a vida já soprou em meu ouvido dizendo: "Quem um dia, já fez narrativas do nosso futebol, não morrerá nunca mais.


  

terça-feira, 14 de março de 2023

PERNAMBUCO TERÁ A PRIMEIRA POLICIAL VIRTUAL DO BRASIL.

Lançada esse mês Mari vai receber avaliações sobre o serviço prestado nas delegacias às mulheres vítimas de violência doméstica.
Com o objetivo de melhorar o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica nas delegacias de Pernambuco, o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), lançou neste mês de março o robô Mari, primeira policial civil virtual do Brasil. 

Após a vítima prestar queixa na delegacia, receberá em seu celular uma mensagem de Mari. A policial virtual fornecerá o número do boletim de ocorrência e, em seguida, solicitará a avaliação da mulher sobre o atendimento. Ela poderá opinar escolhendo de "ótimo" a "péssimo". Se a vítima avaliar negativamente, logo depois recebe uma segunda mensagem e informará, selecionando entre oito opções, qual o motivo da insatisfação.

Dessa forma, o Projeto Mari ajudará a Polícia Civil a mensurar a qualidade dos serviços prestados a vítimas de crimes descritos na Lei Maria da Penha: Violência física, psicológica, moral patrimonial e sexual, no âmbito doméstico e familiar. A ação está voltada para as cidadãs atendidas tanto nas delegacias Especializadas nas Mulher quando em qualquer outro delegacia de polícia de Pernambuco. 

Com o auxílio desse dispositivo, serão observados os gargalhos no atendimento, o que permitirá aprimorar e tornar mais eficazes os serviços desempenhados pela Polícia Civil na proteção e defesa da mulher que sofre violência doméstica, familiar e afetiva.   

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

REMINISCÊNCIA
Daqui a pouco temo às pessoas de nossa cidade irão esquecer nossos eventos e personagens de outrora. Hoje, quase não se fala mais na Banda de Pífanos do Alto de São Francisco, que aos domingos animava e encantava a feira livre daquele povoado. E confesso, eu sempre foi um amante daquela Banda de Pífanos. Não esqueçamos os nossos bêbados folclóricos: Mané Cobra Preta, seu filho Laércio de Abé; Vai-e-Vem com o seu famoso bordão "Só Traçando a Massa"; Ofrásio e Lilito com seu bordão "Mininin". Que cachaça boa, que turma animada. E mossa irreverente Maria Fuba e o abusado Tonho Bucho de Ferra, era um festa animada. 
A ronda da cidade feita a pé, feita pelos policias Lúcio e Ferreirinha apoiado pelo guarda noturno Luiz Onça, todos os temiam.
Nós meninos pobres, sonhávamos com a chegada do circo, já os afortunados, tomavam um bom refrigerante com Cachorro Quente no Bar de Seu Onofre.
No período das políticas, tivermos grandes discursos dos políticos Cintra Galvão, Nilson Gibson e Manoel Ramos, os comícios eram uma festa.
Se é que vocês me entendem.