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quinta-feira, 24 de abril de 2025

TRIBUNAL DE CONTAS ALERTA PREFEITOS SOBRE ATRASOS DE PAGAMENTOS NO ATERRO SANITÁRIO.

A dívida acumulada com o Aterro chega à casa de quase R$ 2 milhões de reais.

O tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) alertou os Prefeitos de sete municípios do Agreste pernambucano sobre as consequências do atraso no pagamento da operação do Aterro Sanitário de Altinho.

A situação pode comprometer o funcionamento do Aterro Sanitário e provocar o reaparecimento de lixões, com prejuízos ao meio ambiente, à saúde, e a qualidade de vida das pessoas. Além disso, o repasse da parcel do ICMS Socioambiental do município inadimplente poderá ser interrompido, representando assim, perda de receita.
Em todas as situações os responsáveis poderão ser penalizados, inclusive no âmbito criminal e até ter suas contas julgadas irregulares.

Os alertas de Responsabilização foram enviados aos Prefeitos pelos Conselheiros Relatores Ranilson Ramos (Altinho e Cupira), Eduardo Porto (Belém de Maria), Dirceu Rodolfo (Panelas), Marcos Loreto (Quipapá), Carlos Neves (Bonito e Catende). O promotor de Justiça de Altinho, Geovany de Sá Leite, encaminhou noticia ao Procurador Geral da Justiça do Estado de Pernambuco. Existem dívidas que remontam ao ano de 2020.

Desde 2023, quanto o TCE-PE divulgou o encerramento dos lixões em Pernambuco, a instituição vem atuando na sustentabilidade dos Aterros Sanitários. O acompanhamento começou em 2014 e a conquista resultou de um trabalho conjunto com o Ministério Público, a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), e a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH).

O aterro Sanitário fica localizado em Altinho-PE, é administrado pelo Consórcio COMAGSUL, que fica sediado em Agrestina-PE.

A Autarquia conseguiu junto ao Ministério do Meio Ambiente criar o primeiro Aterro Sanitário Consorcial do Brasil, o que colabora positivamente com os Municípios, já que os lixões não estão mais em operação.

quarta-feira, 23 de abril de 2025

CRÔNICA ESPORTIVA. #220


DEPOIS
A temporada do peixe foi embora.
Pobre bola, sem o futebol... vive seus dias de jejum.
É uma agressão física e moral aos desejos da metafísica e da religião dos amantes depravados do jogo no estádio Severiano Gomes.
Ainda que os jornais publicassem: "Um crime aconteceu em plena praça pública", mesmo assim ia ter futebol.
Daríamos gargalhadas acompanhadas de palavrões santificados.
Não há sangue inocente sem as chuteiras dos artilheiros maquiavélicos! 


terça-feira, 22 de abril de 2025

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS. #254

QUE SAUDADE
Baladeira no pescoço, os pés no chão e muito tempo para ouvir os passarinhos. Fui menino Livre! 
Enquanto as páginas de todos os jornais e revistas publicavam o suicídio de Getúlio Vargas, eu corria atrás das borboletas.
O mundo era mundo. Hoje, o mundo parece mais uma sala de cirurgia... ou um grande convento, de filosofias pressas aos papéis.
Antigamente, se entrava no barreiro enfiando os pés na lama... bebia-se a água.
Não existia medo... todos os meninos corriam no clarão da lua... que bicho ligeiro era o bacurau e a mãe da noite.
A novela era um privilégio para os nobres... na luz do candeeiro, desenhava palácios... e os besouros eram imperadores e reis.
Na sexta-feira, rosário de coco e bolinho de goma. As bolinhas de gude e os adesivos do meu Santa Cruz ficavam para outro dia.
Já em casa, no sítio Gavião... tomar banho no rio da Chata, comer peixe assado na brasa... e na escola, contar que tinha um tubarão-martelo preso no anzol.
De manhã, antes do sol brilhar nas telhas, correr para o curral, e ouvir minha mãe querida dizer: "Isso é hora menino?"
E tudo isso está vivo em mim.
Se é que vocês me entendem!!!